•Comunicar ao chefe de equipe ou ao comandante e verificar se há médico ou enfermeiro a bordo é a primeira providência ao ocorrer parto a bordo.
• Para evitar a broncoaspiração, o passageiro em coma deve ser transportado cm a cabeça em hiper-extensão e lateralizada.
•No socorro imediato ao passageiro, vítima de choque hipovolêmico, em conseqüência de perda sangüinea arterial, deve-se ministrar líquidos e colocar o passageiro no corredor, com as pernas para cima, apoiadas no encosto do assento.
•Nos casos de lipotimia, a primeira providência é manter a vítima com a cabeça baixa, afrouxar suas vestes e arejá-la.
•Agentes perfurantes provocam feridas punctórias.
•Ausência de coordenação motora, náuseas, vômitos e hipotermia são os principais sintomas de alcoolismo agudo.
•Em pessoas que aspiraram corpo estranho, aplica-se a manobra de Hemlich.
•Ao passageiro em estado de choque, recomenda-se repouso absoluto, aquecimento e cabeça baixa.
•A morfina é contra-indicada ao passageiro com parada cardíaca.
•Hemostasia, anti-sepsia e bandagem, é a seqüência correta no tratamento de feridas.
•Ambiente fechado e aquecido pode provocar intermação.
•Ocorrendo crise convulsiva epilética, deve-se afrouxar as vestes do passageiro e deixá-lo debater-se, protegendo-o para evitar que se machuque.
•A cianose indica má oxigenação do sangue.
•Taquicardia, sudorese e palidez da pele são características do choque hipovolêmico.
•No ser humano, o conforto acústico é mantido com sons até 85 db.
•Ruídos constantes, com intensidade superior a 120 db podem ocasionar trauma acústico.
•A malária, a febre amarela e a esquistossomose são as doenças infecto-contagiosas mais comuns no Brasil.
•Não é recomendável esfregar os olhos para remover qualquer corpo estranho.
•Ocorre no organismo hemorragia interna: quando o sangue não se exterioriza, ficando retido em alguns órgãos, no abdômen e na caixa craniana.
•Acontece fratura exposta quando a pele é rompida por fragmento ósseo.
•Entorse é o tipo de lesão que devido a um movimento anormal compromete peças ósseas que se articulam, sem, no entanto acarretar perda de relação entre as mesmas.
•Luxações são lesões que, devido a um movimento anormal, comprometem peças ósseas que se articulam, ocorrendo perda de relação entre as mesmas.
•Ao atender um parto, o corte do cordão umbilical deve ser feito a partir da parede abdominal do recém-nascido, a uma distância de aproximadamente quatro dedos ou 10 cm.
•Manter a vítima com a cabeça baixa, afrouxar suas vestes e arejá-la é a primeira medida a ser tomada em casos de lipotimia ou desmaio.
•Amolecimento do ventre materno não faz parte do trabalho de parto.
•Um curativo no globo ocular deve ser oclusivo e frouxo.
•Epistaxe ou rinorragia é o sangramento pelo nariz.
•Uso de oxigênio no atendimento de distúrbios respiratórios é indicado nos casos de dispnéia, crise asmática e cianose.
•Vacinação é a melhor prevenção contra doenças infecto – contagiosas.
•As queimaduras de segundo, primeiro e terceiro graus atingem, respectivamente, epiderme e derme, epiderme, derme e tecidos profundos.
•Afrouxar as vestes ou despir o paciente, retirar corpos estranhos que porventura possam existir na boca ou orofaringe, enxugando as secreções, são os cuidados que se deve ter em caso de afogamento.
•Cefaléia, náuseas, nervosismo e transtornos menstruais, em conseqüência de sons supersônicos inaudíveis, são causados por ruídos e vibrações dos aviões.
•Uma dor constante, durando de 30 minutos a várias horas, que não se modifica com a respiração ou posição, nem melhora com vasodilatador coronário, é sintoma de infarto do miocárdio.
•A angina é um tipo de ataque cardíaco que ocorre quando o tecido cardíaco fica pobre em oxigênio, sem que ocorra a morte celular.
•Desobstrução das vias aéreas, ventilação e massagem é a seqüência correta no atendimento a paciente com parada cardíaca.
•A descompressão súbita age sobre os seios da face e frontais, as cavidades gástricas e o ouvido médio.
•Hipoxemia é a redução da quantidade de oxigênio no sangue.
•TUL de um pax a 40.000 ft é 15”.
•No tratamento de uma queimadura, deve-se aplicar Furacin (contida no kit de primeiros socorros). Caso não tenha sido salvo o kit, é recomendável somente lavar a lesão com água e sabão, ou apenas água.
•Depois do corte do cordão umbilical, o cuidado imediato com a criança é a limpeza cuidadosa dos olhos.
•Pax com fratura de coluna deve ser transportado em decúbito dorsal, em maca dura.
•A gravidade de uma queimadura é analisada pela extensão da área corporal atingida.
•Um passageiro que apresenta coceira intensa no corpo, associada à dor na garganta e tosse seca, deve receber de imediato anti-alérgico (Fenergan)
•Para a gestante, o vôo é contra-indicado a partir do 7º mês de gestação.
•Na inspiração, a pressão interna no organismo humano é negativa em relação à pressão atmosférica.
•Ao passar roupa, a queimadura feita com o ferro elétrico é térmica.
•A morfina é contra - indicada aos acidentados com ferimentos na cabeça.
•A principal complicação imediata de uma queimadura de grande extensão é a perda de líquido e eletrólitos.
•Dentro do ouvido médio existe ar.
•Diarréia abrupta, com líquido branco acinzentado em grande quantidade, contendo pedaços de muco, seguida de vômitos profusos, são sintomas de cólera.
•A função da Trompa de Eustáquio é a equalização das superfícies timpânicas.
•Cintura escapular está relacionada com membros superiores.
•Dispnéia é a dificuldade respiratória.
•Apnéia significa que o paciente tem parada respiratória.
•A membrana do tímpano situa-se no ouvido médio.
•A presença de cianose indica má oxigenação do sangue.
•Vômitos em jatos decorrentes de traumatismo, indica traumatismo encefálico.
•Arterial é o tipo mais grave de hemorragia no ser humano.
•Choque hipovolêmico se caracteriza por taquicardia, sudorese e palidez da pele.
•Sensação vaga de mal-estar, palidez, sudorese, discreta hipotensão, náuseas e vômitos são sintomas do mal-do-ar.
•O Comissário deve anotar o nome e o registro profissional do médico e do enfermeiro que prestar atendimento a bordo da aeronave.
•A convulsão é um dos perigos da hipertermia em crianças.
•A traqueostomia é o procedimento indicado ao ocorrer lesão na traquéia, com asfixia.
•A asma brônquica causa dispnéia.
•Martelo, bigorna e estribo são ossos do ouvido médio.
•Volemia é quantidade de líquido circulante no organismo. Hipovolemia é a baixa taxa de líquido circulante no organismo.
•Hiperventilação é o aumento anormal do volume de ar inspirado pelos pulmões. Os sintomas são semelhantes aos da hipóxia.
•Cominitivas são várias fraturas no mesmo osso fraturado.
•Aerobaropatias cavitárias podem provocar otorragia.
•Lesões superficiais, lesões ósseas e lesões encefálicas são tipos de lesões cranianas.
sexta-feira, 19 de março de 2010
Resumão: Bloco II
•Tripulante é a pessoa devidamente habilitada que exerce função a bordo de aeronaves.
•O comandante é o responsável por todas as situações relacionadas à segurança de vôo.
•A folga inicia após a conclusão do repouso.
•O tempo destinado à alimentação do aeronauta em situação de reserva não é computado na jornada de trabalho.
•Uma tripulação pode ser transformada na origem do vôo, até três horas da apresentação da tripulação original ou tripulante de reforço.
•De acordo com a CLT, mediante acordo ou contrato coletivo de trabalho, uma jornada pode ser acrescida de período suplementar que não exceda a duas horas.
•As Leis trabalhistas permitem à empregada grávida a interrupção do contrato de trabalho por 120 dias.
•O empregador é obrigado a fazer seguro contra os riscos de acidente de trabalho.
•As aeronaves destinadas aos serviços do governo são consideradas aeronaves civis públicas.
•STE, SOP, SPL e SIE são, respectivamente, os subdepartamentos do DAC que cuidam do homem, da máquina, da infra-estrutura e das condições gerais do transporte aéreo, e da infraestrutura da aviação civil.
•Em qualquer lugar, as aeronaves militares e as públicas são consideradas territórios de sua nacionalidade – possuem extraterritorialidade.
•A OACI foi criada na convenção de Chicago, realizada em 1944.
•A assembléia geral da OACI é formada por representes dos governos.
•O trabalho noturno não pode ultrapassar a 10 horas quando a tripulação é simples.
•A prática de contrabando pode acarretar ao infrator a pena de multa e suspensão ou ocasionar a cassação do certificado, após inquérito administrativo.
•Tripular aeronave com os prazos dos certificados de habilitação técnica e de capacidade física vencidos, ou exercer a bordo função para a qual não esteja habilitado, poderá acarretar ao infrator a pena de cassação, após inquérito administrativo.
•No CBA, 180 dias é o período máximo de suspensão do certificado de tripulante infrator.
•A profissão de aeronauta está regulamentada por Lei e Portaria Interministerial.
•Aeródromo é a área destinada a pouso, decolagem e movimentação de aeronaves.
•Tráfego no espaço aéreo brasileiro está sujeito às normas e condições estabelecidas no CBA que são aplicadas a qualquer aeronave.
•Russo, inglês, francês, chinês, espanhol e árabe são idiomas utilizados pela OACI para divulgar internacionalmente seus documentos e anexos.
•Diferenças são as restrições ou modificações apresentadas em relação às normas internacionais e procedimentos da OACI.
•É de responsabilidade do comandante o desembarque de passageiro cujas atitudes coloquem a aeronave e os demais passageiros em perigo.
•Os vôos em que os aeródromos de partida e de chegada situam-se em território brasileiro são considerados domésticos, mesmo que sobrevoem território estrangeiro.
•A aeronave que realizar pouso forçado em propriedade privada poderá ser seqüestrada preventivamente, caso seu proprietário se recuse a indenizar os danos causados à propriedade.
•No solo, os danos causados pelas aeronaves com os motores parados são regulamentados pelo direito civil.
•A nacionalidade de uma aeronave é a do estado (país) em que está matriculada.
•Nas folgas mensais, o aeronauta tem direito a dois períodos consecutivos de 24 horas, incluindo um sábado ou um domingo.
•A profissão de aeronauta, ressalvados os casos previstos no Código Brasileiro da Aeronáutica, é privativa de brasileiros.
•Sobreaviso é o período de tempo não excedente a 12 horas.
•Tem direito ao repouso de 22 horas o tripulante que regressa à sua base, após 10 horas e 30 minutos de jornada, durante a qual cruzou cinco fusos horários.
•Os limites de tempo de vôo do tripulante nos aviões a jato não podem exceder em cada mês, trimestre e ano, respectivamente, a 85 – 230 – 850 (horas).
•A jornada de trabalho de um aeronauta é encerrada 30 minutos após a parada total dos motores.
•A responsabilidade pela aviação civil, pelas informações aeronáuticas e a proteção ao vôo no Brasil são atribuições da ANAC e DECEA, respectivamente.
•Para a segurança do vôo, torna-se necessário o cumprimento das normas estabelecidas pela OACI.
•Segundo a Lei nº 7.183/84, a notificação de transferência provisória deve ser entregue pelo empregador ao aeronauta, com antecedência mínima de 15 dias.
•A quantidade de horas de vôo permitida a um aeronauta integrante de tripulação simples é de 9 horas e 30 minutos.
•Quando houver ampliação dos limites das horas de trabalho a critério do comandante, este deve comunicá-la ao empregador 24 horas após a viagem.
•Quando ocorrer o cruzamento de três ou mais fusos horários num dos sentidos da viagem, o tripulante terá em sua base domiciliar, por fuso cruzado, o repouso acrescido em 2 horas.
•De acordo com a CLT, a partir do dia em que ocorreu o acidente de trabalho, quem paga a remuneração ao empregado afastado é a empresa.
•A DECEA é a organização responsável pela instalação, operação e manutenção da rede de equipamento para o controle do tráfego aéreo e comunicação.
•Não há limite para o número de reservas mensais a que o aeronauta pode concorrer.
•Através do CEMAL, a DIRSA (Diretoria de Saúde da Aeronáutica) realiza a seleção e o controle médico periódico dos aeronavegantes.
•Para a tripulação simples, o trabalho noturno não pode ultrapassar a 10 horas.
•As transgressões apuradas durante a investigação de acidente ocorrido com aeronave civil são punidas pela ANAC.
•A Portaria Interministerial 3016/88, entre o Comando da Aeronáutica e o Ministério do Trabalho, inclui o INSPAC como tripulante.
•Uma tripulação de revezamento é constituída de uma tripulação simples, um comandante, um co-piloto, um mecânico de vôo, se o equipamento exigir, e 50% de comissários.
•Ocorrendo acidente aeronáutico, não é responsabilidade do proprietário ou explorador da aeronave a investigação do acidente.
•Numa tripulação composta, o número de comissários acrescidos à tripulação simples será de 25%.
•A escala de serviço deve ser, no mínimo, semanal.
•1986 é o ano da regulamentação do Instituto de Aviação Civil – IAC.
•Proprietário de aeronave que se recusar a dar garantias para o pagamento de danos causados à propriedade privada, ocorridos em conseqüência de pouso forçado, estará sujeito ao seqüestro preventivo da aeronave.
•A notificação de transferência provisória, segundo a Lei nº 7.183/84, deve ser feita pelo empregador ao aeronauta com a antecedência mínima de 15 dias.
•Uma tripulação simples é constituída pelo comandante, co-piloto, comissários e, se o equipamento exigir, mecânico de vôo.
•Aviso prévio deve ser dado com antecedência mínima de 30 dias.
•Durante o aviso prévio, o empregado tem direito à redução de 2 horas na jornada de trabalho.
•Contrato de experiência tem a duração máxima de 90 dias.
•Onde não há SERAC, quem o representa nos aeroportos é o Posto de Fiscalização da Aviação Civil (PFAC).
•Número máximo consecutivo de 24 horas que um aeronauta pode ficar à disposição do empregador é de 06 períodos.
•Regional, doméstico e internacional são os três níveis de atuação do transporte aéreo regular no brasil.
•Quando existir uma aeronave acidentada na pista de pouso de um aeródromo, pode-se considerar que ele está impraticável.
•Aeródromo, cujas condições de segurança determinam a suspensão das operações de pouso e decolagem, está interditado.
•Aeronauta é o profissional habilitado que exerce atividade a bordo de aeronave civil nacional, mediante contrato de trabalho.
•Tripulação é o conjunto de tripulantes que exercem função a bordo de aeronave, podendo ser mínima, simples, composta ou de revezamento.
•São tripulantes: comandante, co-piloto, mecânico de vôo, navegador, radioperador de vôo e comissário.
•Tripulação mínima é a indispensável à execução do vôo, conforme as exigências constantes no manual de operação da aeronave.
•Tripulação simples é a constituída pela tripulação mínima, acrescida dos tripulantes necessários à realização do vôo.
•Tripulação composta é constituída por uma tripulação simples, acrescida de um piloto qualificado para comando, um mecânico de vôo (quando necessário) e 25% do número de comissários.
•Tripulação de revezamento é a constituída por uma tripulação simples, acrescida de um piloto qualificado para comando, um co-piloto, um mecânico de vôo(quando necessário) e 50% do número de comissários.
•Jornada é a duração do trabalho do aeronauta, contada entre a hora da apresentação no local de trabalho e a hora em que é encerrado. Na base domiciliar, a jornada inicia a partir da hora de apresentação no local de trabalho. Em local diferente da base domiciliar, é contada a partir da apresentação no local determinado pelo empregador. A apresentação deve ser em até 30 minutos da hora prevista para o inicio do vôo.
•As horas de reserva também são consideradas como jornada.
•A jornada encerra após trinta minutos da parada final dos motores.
•A duração da jornada de trabalho, considerando o tipo de tripulação: simples-11 horas, composta-14 horas e revezamento- 20 horas.
•Em algumas situações, os limites da jornada podem ser ampliados em sessenta minutos, a critério do comandante.
•Na contagem da jornada de trabalho semanal e mensal do trabalho do aeronauta são considerados os tempos de vôo, de serviço em terra durante a viagem, de reserva, de um terço do sobreaviso, de deslocamento do tripulante extra para assumir vôo ou retornar à base após o vôo, de adestramento em simulador e em que realizar outros serviços em terra escalados pela empresa.
•Trabalho do aeronauta não poderá exceder a 60 horas semanais e a 176 horas mensais.
•Tempo de vôo é o período compreendido entre o início do deslocamento da aeronave (antes da decolagem) e o momento em que ela se imobiliza, após o pouso. O tempo de vôo também é denominado calço-a-calço, numa referência aos momentos em que são retirados e colocados os calços nos trens de pouso.
•Limites do tempo de vôo por tipo de tripulação: tripulação simples-9 horas e trinta minutos, tripulação composta-12 horas e tripulação de revezamento- 15 horas.
•Base do aeronauta é a localidade onde está obrigado a prestar serviços e na qual deve ter domicílio.
•Escala é a localidade onde a aeronave faz pouso.
•Etapa é a parte do vôo compreendida entre a localidade onde inicia o vôo (origem) e a primeira escala, ou entre duas escalas subseqüentes, inclusive a escala final (destino).
•Viagem é o trabalho realizado pelo tripulante, contado desde a saída de sua base até o regresso à mesma. Uma viagem pode ter uma ou mais jornadas.
•Vôo noturno é o realizado entre o pôr e o nascer do sol, na localidade onde está a aeronave.
•Hora de trabalho noturno= 52 minutos e 30 segundos. Para as tripulações simples, o trabalho noturno não pode ultrapassar a 10 horas.
•Repouso é o espaço de tempo ininterrupto, após a jornada, em que o tripulante não é obrigado a prestar qualquer serviço à empresa.
•Folga é o período de tempo não inferior a 24 horas consecutivas em que o aeronauta, em sua base contratual( recebendo remuneração) está desobrigado de qualquer atividade relacionada com seu trabalho. A folga inicia após a conclusão do repouso.
•Número de folgas mensais não pode ser inferior a oito períodos de 24 horas, dois deles deverão incluir um sábado ou um domingo.
•Reserva é o período de tempo em que o aeronauta permanece em local determinado pelo empregador, a sua disposição para assumir vôo, caso seja necessário.
•Sobreaviso é o período de tempo não excedente a doze horas, em que o aeronauta permanece no local de sua escolha, à disposição do empregador, devendo se apresentar no aeroporto ou outro local determinado, até noventa minutos após ser comunicado o início de nova tarefa.
•A transferência de base de um tripulante pode ser provisória ou permanente.
•Transferência provisória é o deslocamento do aeronauta de sua base, por período mínimo de trinta dias e não superior a cento e vinte dias, para prestar serviços temporários, sem mudança de domicilio, com retorno à base logo que cesse sua incumbência. O empregador deverá notificar o aeronauta com a antecedência mínima de 15 dias, assegurando transporte de ida e volta, acomodações, alimentação e transporte a serviço.
•Transferência permanente é o deslocamento do aeronauta de sua base, por período superior a cento e vinte dias, com mudança de domicilio. A notificação pelo empregador ao aeronauta deverá ser feita com a antecedência mínima de sessenta dias. O intervalo entre transferências permanentes será de dois anos.
•Para os comissários de vôo infratores, será aplicada penalidade de multa, suspensão ou cassação do certificado nos seguintes casos:
*perda do nível de aptidão técnica ou de condições físicas;
*procedimentos, no exercício das funções, que revelem falta de idoneidade profissional;
*prática de contrabando ou descaminho;
*prática de infrações graves.
•A suspensão poderá ser de até 180 dias.
•A pena de cassação dependerá de inquérito administrativo, durante o qual será assegurada defesa ao infrator.
•O comandante é o responsável por todas as situações relacionadas à segurança de vôo.
•A folga inicia após a conclusão do repouso.
•O tempo destinado à alimentação do aeronauta em situação de reserva não é computado na jornada de trabalho.
•Uma tripulação pode ser transformada na origem do vôo, até três horas da apresentação da tripulação original ou tripulante de reforço.
•De acordo com a CLT, mediante acordo ou contrato coletivo de trabalho, uma jornada pode ser acrescida de período suplementar que não exceda a duas horas.
•As Leis trabalhistas permitem à empregada grávida a interrupção do contrato de trabalho por 120 dias.
•O empregador é obrigado a fazer seguro contra os riscos de acidente de trabalho.
•As aeronaves destinadas aos serviços do governo são consideradas aeronaves civis públicas.
•STE, SOP, SPL e SIE são, respectivamente, os subdepartamentos do DAC que cuidam do homem, da máquina, da infra-estrutura e das condições gerais do transporte aéreo, e da infraestrutura da aviação civil.
•Em qualquer lugar, as aeronaves militares e as públicas são consideradas territórios de sua nacionalidade – possuem extraterritorialidade.
•A OACI foi criada na convenção de Chicago, realizada em 1944.
•A assembléia geral da OACI é formada por representes dos governos.
•O trabalho noturno não pode ultrapassar a 10 horas quando a tripulação é simples.
•A prática de contrabando pode acarretar ao infrator a pena de multa e suspensão ou ocasionar a cassação do certificado, após inquérito administrativo.
•Tripular aeronave com os prazos dos certificados de habilitação técnica e de capacidade física vencidos, ou exercer a bordo função para a qual não esteja habilitado, poderá acarretar ao infrator a pena de cassação, após inquérito administrativo.
•No CBA, 180 dias é o período máximo de suspensão do certificado de tripulante infrator.
•A profissão de aeronauta está regulamentada por Lei e Portaria Interministerial.
•Aeródromo é a área destinada a pouso, decolagem e movimentação de aeronaves.
•Tráfego no espaço aéreo brasileiro está sujeito às normas e condições estabelecidas no CBA que são aplicadas a qualquer aeronave.
•Russo, inglês, francês, chinês, espanhol e árabe são idiomas utilizados pela OACI para divulgar internacionalmente seus documentos e anexos.
•Diferenças são as restrições ou modificações apresentadas em relação às normas internacionais e procedimentos da OACI.
•É de responsabilidade do comandante o desembarque de passageiro cujas atitudes coloquem a aeronave e os demais passageiros em perigo.
•Os vôos em que os aeródromos de partida e de chegada situam-se em território brasileiro são considerados domésticos, mesmo que sobrevoem território estrangeiro.
•A aeronave que realizar pouso forçado em propriedade privada poderá ser seqüestrada preventivamente, caso seu proprietário se recuse a indenizar os danos causados à propriedade.
•No solo, os danos causados pelas aeronaves com os motores parados são regulamentados pelo direito civil.
•A nacionalidade de uma aeronave é a do estado (país) em que está matriculada.
•Nas folgas mensais, o aeronauta tem direito a dois períodos consecutivos de 24 horas, incluindo um sábado ou um domingo.
•A profissão de aeronauta, ressalvados os casos previstos no Código Brasileiro da Aeronáutica, é privativa de brasileiros.
•Sobreaviso é o período de tempo não excedente a 12 horas.
•Tem direito ao repouso de 22 horas o tripulante que regressa à sua base, após 10 horas e 30 minutos de jornada, durante a qual cruzou cinco fusos horários.
•Os limites de tempo de vôo do tripulante nos aviões a jato não podem exceder em cada mês, trimestre e ano, respectivamente, a 85 – 230 – 850 (horas).
•A jornada de trabalho de um aeronauta é encerrada 30 minutos após a parada total dos motores.
•A responsabilidade pela aviação civil, pelas informações aeronáuticas e a proteção ao vôo no Brasil são atribuições da ANAC e DECEA, respectivamente.
•Para a segurança do vôo, torna-se necessário o cumprimento das normas estabelecidas pela OACI.
•Segundo a Lei nº 7.183/84, a notificação de transferência provisória deve ser entregue pelo empregador ao aeronauta, com antecedência mínima de 15 dias.
•A quantidade de horas de vôo permitida a um aeronauta integrante de tripulação simples é de 9 horas e 30 minutos.
•Quando houver ampliação dos limites das horas de trabalho a critério do comandante, este deve comunicá-la ao empregador 24 horas após a viagem.
•Quando ocorrer o cruzamento de três ou mais fusos horários num dos sentidos da viagem, o tripulante terá em sua base domiciliar, por fuso cruzado, o repouso acrescido em 2 horas.
•De acordo com a CLT, a partir do dia em que ocorreu o acidente de trabalho, quem paga a remuneração ao empregado afastado é a empresa.
•A DECEA é a organização responsável pela instalação, operação e manutenção da rede de equipamento para o controle do tráfego aéreo e comunicação.
•Não há limite para o número de reservas mensais a que o aeronauta pode concorrer.
•Através do CEMAL, a DIRSA (Diretoria de Saúde da Aeronáutica) realiza a seleção e o controle médico periódico dos aeronavegantes.
•Para a tripulação simples, o trabalho noturno não pode ultrapassar a 10 horas.
•As transgressões apuradas durante a investigação de acidente ocorrido com aeronave civil são punidas pela ANAC.
•A Portaria Interministerial 3016/88, entre o Comando da Aeronáutica e o Ministério do Trabalho, inclui o INSPAC como tripulante.
•Uma tripulação de revezamento é constituída de uma tripulação simples, um comandante, um co-piloto, um mecânico de vôo, se o equipamento exigir, e 50% de comissários.
•Ocorrendo acidente aeronáutico, não é responsabilidade do proprietário ou explorador da aeronave a investigação do acidente.
•Numa tripulação composta, o número de comissários acrescidos à tripulação simples será de 25%.
•A escala de serviço deve ser, no mínimo, semanal.
•1986 é o ano da regulamentação do Instituto de Aviação Civil – IAC.
•Proprietário de aeronave que se recusar a dar garantias para o pagamento de danos causados à propriedade privada, ocorridos em conseqüência de pouso forçado, estará sujeito ao seqüestro preventivo da aeronave.
•A notificação de transferência provisória, segundo a Lei nº 7.183/84, deve ser feita pelo empregador ao aeronauta com a antecedência mínima de 15 dias.
•Uma tripulação simples é constituída pelo comandante, co-piloto, comissários e, se o equipamento exigir, mecânico de vôo.
•Aviso prévio deve ser dado com antecedência mínima de 30 dias.
•Durante o aviso prévio, o empregado tem direito à redução de 2 horas na jornada de trabalho.
•Contrato de experiência tem a duração máxima de 90 dias.
•Onde não há SERAC, quem o representa nos aeroportos é o Posto de Fiscalização da Aviação Civil (PFAC).
•Número máximo consecutivo de 24 horas que um aeronauta pode ficar à disposição do empregador é de 06 períodos.
•Regional, doméstico e internacional são os três níveis de atuação do transporte aéreo regular no brasil.
•Quando existir uma aeronave acidentada na pista de pouso de um aeródromo, pode-se considerar que ele está impraticável.
•Aeródromo, cujas condições de segurança determinam a suspensão das operações de pouso e decolagem, está interditado.
•Aeronauta é o profissional habilitado que exerce atividade a bordo de aeronave civil nacional, mediante contrato de trabalho.
•Tripulação é o conjunto de tripulantes que exercem função a bordo de aeronave, podendo ser mínima, simples, composta ou de revezamento.
•São tripulantes: comandante, co-piloto, mecânico de vôo, navegador, radioperador de vôo e comissário.
•Tripulação mínima é a indispensável à execução do vôo, conforme as exigências constantes no manual de operação da aeronave.
•Tripulação simples é a constituída pela tripulação mínima, acrescida dos tripulantes necessários à realização do vôo.
•Tripulação composta é constituída por uma tripulação simples, acrescida de um piloto qualificado para comando, um mecânico de vôo (quando necessário) e 25% do número de comissários.
•Tripulação de revezamento é a constituída por uma tripulação simples, acrescida de um piloto qualificado para comando, um co-piloto, um mecânico de vôo(quando necessário) e 50% do número de comissários.
•Jornada é a duração do trabalho do aeronauta, contada entre a hora da apresentação no local de trabalho e a hora em que é encerrado. Na base domiciliar, a jornada inicia a partir da hora de apresentação no local de trabalho. Em local diferente da base domiciliar, é contada a partir da apresentação no local determinado pelo empregador. A apresentação deve ser em até 30 minutos da hora prevista para o inicio do vôo.
•As horas de reserva também são consideradas como jornada.
•A jornada encerra após trinta minutos da parada final dos motores.
•A duração da jornada de trabalho, considerando o tipo de tripulação: simples-11 horas, composta-14 horas e revezamento- 20 horas.
•Em algumas situações, os limites da jornada podem ser ampliados em sessenta minutos, a critério do comandante.
•Na contagem da jornada de trabalho semanal e mensal do trabalho do aeronauta são considerados os tempos de vôo, de serviço em terra durante a viagem, de reserva, de um terço do sobreaviso, de deslocamento do tripulante extra para assumir vôo ou retornar à base após o vôo, de adestramento em simulador e em que realizar outros serviços em terra escalados pela empresa.
•Trabalho do aeronauta não poderá exceder a 60 horas semanais e a 176 horas mensais.
•Tempo de vôo é o período compreendido entre o início do deslocamento da aeronave (antes da decolagem) e o momento em que ela se imobiliza, após o pouso. O tempo de vôo também é denominado calço-a-calço, numa referência aos momentos em que são retirados e colocados os calços nos trens de pouso.
•Limites do tempo de vôo por tipo de tripulação: tripulação simples-9 horas e trinta minutos, tripulação composta-12 horas e tripulação de revezamento- 15 horas.
•Base do aeronauta é a localidade onde está obrigado a prestar serviços e na qual deve ter domicílio.
•Escala é a localidade onde a aeronave faz pouso.
•Etapa é a parte do vôo compreendida entre a localidade onde inicia o vôo (origem) e a primeira escala, ou entre duas escalas subseqüentes, inclusive a escala final (destino).
•Viagem é o trabalho realizado pelo tripulante, contado desde a saída de sua base até o regresso à mesma. Uma viagem pode ter uma ou mais jornadas.
•Vôo noturno é o realizado entre o pôr e o nascer do sol, na localidade onde está a aeronave.
•Hora de trabalho noturno= 52 minutos e 30 segundos. Para as tripulações simples, o trabalho noturno não pode ultrapassar a 10 horas.
•Repouso é o espaço de tempo ininterrupto, após a jornada, em que o tripulante não é obrigado a prestar qualquer serviço à empresa.
•Folga é o período de tempo não inferior a 24 horas consecutivas em que o aeronauta, em sua base contratual( recebendo remuneração) está desobrigado de qualquer atividade relacionada com seu trabalho. A folga inicia após a conclusão do repouso.
•Número de folgas mensais não pode ser inferior a oito períodos de 24 horas, dois deles deverão incluir um sábado ou um domingo.
•Reserva é o período de tempo em que o aeronauta permanece em local determinado pelo empregador, a sua disposição para assumir vôo, caso seja necessário.
•Sobreaviso é o período de tempo não excedente a doze horas, em que o aeronauta permanece no local de sua escolha, à disposição do empregador, devendo se apresentar no aeroporto ou outro local determinado, até noventa minutos após ser comunicado o início de nova tarefa.
•A transferência de base de um tripulante pode ser provisória ou permanente.
•Transferência provisória é o deslocamento do aeronauta de sua base, por período mínimo de trinta dias e não superior a cento e vinte dias, para prestar serviços temporários, sem mudança de domicilio, com retorno à base logo que cesse sua incumbência. O empregador deverá notificar o aeronauta com a antecedência mínima de 15 dias, assegurando transporte de ida e volta, acomodações, alimentação e transporte a serviço.
•Transferência permanente é o deslocamento do aeronauta de sua base, por período superior a cento e vinte dias, com mudança de domicilio. A notificação pelo empregador ao aeronauta deverá ser feita com a antecedência mínima de sessenta dias. O intervalo entre transferências permanentes será de dois anos.
•Para os comissários de vôo infratores, será aplicada penalidade de multa, suspensão ou cassação do certificado nos seguintes casos:
*perda do nível de aptidão técnica ou de condições físicas;
*procedimentos, no exercício das funções, que revelem falta de idoneidade profissional;
*prática de contrabando ou descaminho;
*prática de infrações graves.
•A suspensão poderá ser de até 180 dias.
•A pena de cassação dependerá de inquérito administrativo, durante o qual será assegurada defesa ao infrator.
Resumão: Bloco I
•Nas aeronaves em geral, ao ocorrer falha no sistema normal de iluminação, as luzes de emergência são acesas automaticamente.
•Fogo gera mais calor. Esse calor desprende mais vapores ou gases que inflam, ou seja, o produto de uma transformação gerando outra transformação. Este processo é chamado de reação química em cadeia.
•O extintor de co2 age por abafamento e resfriamento.
•O colete salva-vidas pode ser inflado soprando-se nos tubos de borracha.
•Nos botes salva-vidas, nos dias quentes, deixar escapar um pouco de ar contido nas câmaras de popa.
•Na amerissagem, o comissário orienta os passageiros para inflarem os coletes salva-vidas na soleira da saída de emergência, nunca dentro da aeronave.
•Fogo, calor, fumaça, gases tóxicos e a ação das forças de impacto são conseqüências de acidente aeronáutico.
•Num pouso de emergência, após sair da aeronave, os passageiros devem se afastar, pois as proximidades constituem área de perigo.
•Quando o pouso ocorre no mar, a evacuação da aeronave deve ser imediata.
•Ao preparar a cabina para o pouso de emergência, é necessário acomodar próximo às janelas de emergência, pessoas jovens e que aparentam mais calma.
•Na floresta, os insetos transmissores de moléstias e parasitas constituem o maior perigo para os sobreviventes.
•Após a utilização de um extintor de halon ou de pó químico para apagar fogo em poltrona, cortina, revestimento ou papel, deve-se rescaldar os resíduos para que não haja reignição.
•Após a decolagem, deve-se aguardar 10 minutos, e resguardar o 10 min que antedecem o pouso, como medida preventiva de segurança, para entrar em contato com o cockpit.
•O agente extintor de co2, devido a sua baixa temperatura, poderá provocar queimaduras quando em contato com a pele.
•A existência de grave e eminente risco e a necessidade de socorro imediato são indicadas em radiotelefonia, ou por qualquer outro processo de transmissão da voz humana, pela enunciação da palavra mayday.
•Num bote salva-vidas, a proteção contra raios solares é feita por meio de toldos, vestes e óculos.
•Para que haja fogo, o mais importante é o perfeito equilíbrio do triângulo do fogo.
•Extintor de bcf é de bromoclorodifluormetano.
•A garrafa de oxigênio com máscara full-face está localizada na estação de comissários.
•No gelo, o cuidado com a saúde é muito importante. O sintoma de congelamento epitelial que indica um processo de queimadura nos tecidos é caracterizado por flictemas.
•Numa situação de emergência, caso não seja possível adotar os procedimentos que foram recomendados no treinamento, deve-se utilizar o bom-senso.
•A morte de passageiro a bordo de aeronave não é motivo para pouso de emergência.
•Saídas inoperantes e o fator humano são situações que atrapalham a evacuação da aeronave.
•Quando há vazamento de pressão, deve-se avisar o comandante e afastar da área os passageiros.
•O speech pré-vôo feito aos passageiros é uma medida preventiva de segurança.
•Para impedir o pânico, antes de comunicar aos passageiros uma situação de
emergência, o comissário deve posicionar-se ao longo da cabine para conter as primeiras manifestações.
•Num pouso de emergência, os megafones são usados na pane do sistema de microfones (P.A.) e para orientar os passageiros também fora da aeronave.
•No pouso forçado, para evitar o pânico, os comissários devem comunicar aos pax’s a situação, não demonstrando medo e não a exagerando.
•Ao utilizar a biruta d’água, deve-se cuidar para que não fique presa em alguma parte da aeronave.
•Numa sobrevivência na selva, é mais fácil armar abrigos utilizando materiais próprios do ambiente, por exemplo, madeira, folhas largas, etc.
•Deve-se aguardar 30 minutos para beber a água purificada com tintura de iodo (para cada litro, 8 gotas).
•Numa sobrevivência no mar, não conseguindo coletar água da chuva, é indicado reduzir a alimentação e, nos dias quentes, usar roupas molhadas.
•Em média, a quantidade diária de água que um náufrago necessita é de meio litro.
•Ao avistar aeronave ou embarcação, deve-se sinalizar com foguete pirotécnico, corante marcador de água e espelho.
•As cobras não-peçonhentas possuem escamas regulares, hábitos diurnos e o veneno não é inoculado no ser humano.
•Conhecer os equipamentos de emergência disponíveis, o uso e a sua localização, é um dos procedimentos relacionados à segurança a bordo da aeronave.
•Antes do embarque dos passageiros, os comissários devem verificar a localização e o funcionamento dos extintores e equipamentos de prevenção, substituindo-os se for necessário.
•Notificar a cabine de comando, combater o fogo e isolar a área são as providências que devem ser tomadas pelo comissário ao constatar fogo no interior da aeronave.
•As luzes de sinalização na água, alimentadas por baterias de reação química, são localizadas na amarradura do bote e na parte superior dos coletes.
•Na sobrevivência no mar, a biruta d’água mantém o bote próximo ao local do acidente.
•As cordas de emergência são feitas de látex, nylon e neoprene.
•Numa evacuação, ao constatar que uma saída não pode ser aberta por condições externas desfavoráveis, o comissário deve permanecer junto a ela e redirecionar os pax’s.
•As portas de uma aeronave podem ser operadas interna e externamente, tanto em situação normal quanto em emergência.
•Na gestante, o cinto de segurança deve ser colocado por cima de uma almofada ou travesseiro, protegendo a barriga.
•Na selva, para evitar as picadas de mosquitos, organizar o acampamento em terreno alto, afastado de brejos, charco e pântanos, e dormir protegido por mosquiteiro. O uso de barro na face ou óleo extraído de cocos (ou de frutos como o piqui) serve de proteção contra os insetos.
•É desaconselhável construir abrigos embaixo de grandes árvores, de coqueiros e em regiões onde possam ocorrer avalanches, desmoronamento de encostas e em locais próximos ao leito de rios.
•Para eliminar carrapatos do corpo, aplicar um pingo de iodo ou aproximar a ponta acesa de um cigarro. O carrapato se soltará, evitando-se que a cabeça do inseto não se separe do corpo e permaneça encravada na pele, originando uma infecção.
•As pulgas são comuns nas moradias abandonadas, secas e cheias de poeira.
•A sarna, causada pelos acarinos, procura penetrar a pele na região da cintura, axilas, virilha e partes do corpo umedecidas pelo suor.
•Para dormir é aconselhável construir uma tarimba (lastro de madeira, afastado do chão, evitando o contato com animais peçonhentos e a umidade) no interior do abrigo.
•Deve-se evitar a ingestão de água morna com temperatura elevada ou morna porque são águas que recentemente desceram da superfície e que, portanto, podem estar poluídas. As águas de nascentes frias são as mais saudáveis e podem ser ingeridas depois de tratadas.
•Nas regiões desérticas e pedregosas, a água pode ser encontrada em leitos secos de rios, escavando na parte mais baixa do lado de fora de uma curva do canal aberto pela corrente.
•Para sobreviver em quaisquer condições, o ser humano necessita diariamente de 90 gramas de proteínas.
•Comparando-as com os carboidratos e proteínas, as gorduras fornecem mais que o dobro de calorias por unidade de peso. Quando ingeridas continuamente formam ácido (ketose).
•Na selva, os alimentos são mais facilmente encontrados na faixa da costa bem junto ao mar, entre as marcas da maré alta e da maré baixa, e também nas encostas de florestas, onde os pássaros costumam se alimentar com sementes e frutas.
•É difícil encontrar alimentos nos altos píncaros das montanhas, nos espinhaços secos e em áreas de florestas densas e contínuas.
•Na alimentação de seres humanos, os gafanhotos, as lagartas sem pêlo, as larvas, as crisálidas de escaravelhos furadores de madeiras, os iças ou tanajuras e os cupins fornecem alto teor de gordura.
•As bactérias e micróbios são os piores inimigos na conservação dos alimentos, quando as condições de higiene do acampamento não são adequadas.
•Nunca ingerir alimento desconhecido. Cozinhar uma amostra, prová-la, mastigando-a durante cinco minutos. Se durante este tempo, não ocorrerem alterações no paladar, ele poderá ser ingerido.
•Para verificar se um vegetal é comestível, deve-se cozinhá-lo.
•Os cogumelos não devem ser ingeridos, até mesmo cozidos.
•As urtigas e os avelós agem por contato e não servem como alimento. Em geral, a casca das árvores que não servem como alimento são resinosas.
•Onívoros é o animal que come tudo.
•Em geral, a raiz, o fruto e as folhas são as partes comestíveis das plantas terrestres ou aquáticas. Todas as partes de algumas plantas são comestíveis.
•Existem três tipos de fetos vegetais que são comestíveis: o feto brácteo, o arbóreo e o polipódeo. A maioria dos fetos vegetais é comestível e nenhum deles é venenoso.
•Os fetos vegetais são encaracolados, suculentos e possuem fiapos que os deixam amargos. Basta esfregá-los dentro da água para perderem o amargor.
•A casca do pinheiro, rica em vitamina C, quando verde pode ser aproveitada como alimento. Se estiver marrom, contém tanino que a deixa muito amarga. A parte interna da casca pode ser aproveitada como alimento e para farinha. A casca é melhor digerida quando recém formada (na primavera).
•A palmeira (árvore da providência) fornece o palmito que pode alimentar o sobrevivente por vários dias.
•Limpa-se mariscos, ostras, mexilhões, crustáceos e lagostas deixando-os de molho durante a noite, soltando toda a areia e impurezas.
•Os mexilhões negros são venenosos.
•O peixe para ser moqueado não precisa ser escamado.
•A água em que for fervida a mandioca, a macacheira e o arum, para retirar a nocividade, não deve ser aproveitada na alimentação.
•Para elaborar xarope ou calda com o suco sumarento e doce de uma planta, basta fervê-lo lentamente.
•O alimento, principalmente caças, crustáceos, peixes, etc., na falta de utensílios adequados, pode ser envolto em barro ou argila e colocado numa cova rasa abaixo do fogo, durante algum tempo. Este é o processo de cozimento indireto.
•O alimento também pode ser preparado sobre o braseiro no moquém fixo ou móvel para consumo imediato ou posterior se for defumado.
•O bambu, se cortado próximo do nó e carbonizado parcialmente, pode ser usado como vasilhame (caneco) para água ou sopa.
•Os brotos do bambu quando novos e fervidos duas ou três vezes para perder o amargor podem ser aproveitados na alimentação. As bainhas existentes nos brotos devem ser removidas antes do preparo. Existem bambus que para perderem o amargor devem permanecer na lama ou barro por, mais ou menos, três dias.
•O alimento marinho deve ser guardado bem seco.
•Para secar o alimento vegetal (bananas, raízes, batatas, inhames, etc) cortá-lo em fatias e expor ao sol ou numa fogueira.
•A raiz de imbaúba fornece água para o sobrevivente.
•As raízes dos veratros ou heléboros são prejudiciais ao ser humano.
•As folhas novas, as flores e as hastes do mamoeiro, após tratadas adequadamente, fornecem a vitamina A. Os frutos, vitamina C.
•Os cocos, quando caem no chão germinam no mesmo ponto onde caíram. Deles, aproveita-se o leite, a polpa e a massa esponjosa (chamada pão) que enche a cavidade. Essa massa pode ser comida crua ou tostada sobre a chama.
•O óleo de coco é usado como preventivo às queimaduras do sol e como repelente aos insetos e bicho-de-pé.
•Os fragmentos utilizados para iniciar uma combustão são denominados iscas.
•Para iniciar uma combustão, utilizam-se fósforos, isqueiros, fagulha de bateria, uma lente em dia ensolarado e o cartucho pirotécnico utilizado na sinalização.
•Archote é uma tocha de fogo improvisada para iluminação à noite.
•A cobra-do-mar não serve como alimento ao homem.
•A armadilha deve ser colocada na parte mais estreita da trilha do animal.
•A maioria dos peixes perigosos para a alimentação do homem é da família dos baiacus, possuem o corpo arredondado, placas ósseas ou as espinhas expostas.
•Fogo gera mais calor. Esse calor desprende mais vapores ou gases que inflam, ou seja, o produto de uma transformação gerando outra transformação. Este processo é chamado de reação química em cadeia.
•O extintor de co2 age por abafamento e resfriamento.
•O colete salva-vidas pode ser inflado soprando-se nos tubos de borracha.
•Nos botes salva-vidas, nos dias quentes, deixar escapar um pouco de ar contido nas câmaras de popa.
•Na amerissagem, o comissário orienta os passageiros para inflarem os coletes salva-vidas na soleira da saída de emergência, nunca dentro da aeronave.
•Fogo, calor, fumaça, gases tóxicos e a ação das forças de impacto são conseqüências de acidente aeronáutico.
•Num pouso de emergência, após sair da aeronave, os passageiros devem se afastar, pois as proximidades constituem área de perigo.
•Quando o pouso ocorre no mar, a evacuação da aeronave deve ser imediata.
•Ao preparar a cabina para o pouso de emergência, é necessário acomodar próximo às janelas de emergência, pessoas jovens e que aparentam mais calma.
•Na floresta, os insetos transmissores de moléstias e parasitas constituem o maior perigo para os sobreviventes.
•Após a utilização de um extintor de halon ou de pó químico para apagar fogo em poltrona, cortina, revestimento ou papel, deve-se rescaldar os resíduos para que não haja reignição.
•Após a decolagem, deve-se aguardar 10 minutos, e resguardar o 10 min que antedecem o pouso, como medida preventiva de segurança, para entrar em contato com o cockpit.
•O agente extintor de co2, devido a sua baixa temperatura, poderá provocar queimaduras quando em contato com a pele.
•A existência de grave e eminente risco e a necessidade de socorro imediato são indicadas em radiotelefonia, ou por qualquer outro processo de transmissão da voz humana, pela enunciação da palavra mayday.
•Num bote salva-vidas, a proteção contra raios solares é feita por meio de toldos, vestes e óculos.
•Para que haja fogo, o mais importante é o perfeito equilíbrio do triângulo do fogo.
•Extintor de bcf é de bromoclorodifluormetano.
•A garrafa de oxigênio com máscara full-face está localizada na estação de comissários.
•No gelo, o cuidado com a saúde é muito importante. O sintoma de congelamento epitelial que indica um processo de queimadura nos tecidos é caracterizado por flictemas.
•Numa situação de emergência, caso não seja possível adotar os procedimentos que foram recomendados no treinamento, deve-se utilizar o bom-senso.
•A morte de passageiro a bordo de aeronave não é motivo para pouso de emergência.
•Saídas inoperantes e o fator humano são situações que atrapalham a evacuação da aeronave.
•Quando há vazamento de pressão, deve-se avisar o comandante e afastar da área os passageiros.
•O speech pré-vôo feito aos passageiros é uma medida preventiva de segurança.
•Para impedir o pânico, antes de comunicar aos passageiros uma situação de
emergência, o comissário deve posicionar-se ao longo da cabine para conter as primeiras manifestações.
•Num pouso de emergência, os megafones são usados na pane do sistema de microfones (P.A.) e para orientar os passageiros também fora da aeronave.
•No pouso forçado, para evitar o pânico, os comissários devem comunicar aos pax’s a situação, não demonstrando medo e não a exagerando.
•Ao utilizar a biruta d’água, deve-se cuidar para que não fique presa em alguma parte da aeronave.
•Numa sobrevivência na selva, é mais fácil armar abrigos utilizando materiais próprios do ambiente, por exemplo, madeira, folhas largas, etc.
•Deve-se aguardar 30 minutos para beber a água purificada com tintura de iodo (para cada litro, 8 gotas).
•Numa sobrevivência no mar, não conseguindo coletar água da chuva, é indicado reduzir a alimentação e, nos dias quentes, usar roupas molhadas.
•Em média, a quantidade diária de água que um náufrago necessita é de meio litro.
•Ao avistar aeronave ou embarcação, deve-se sinalizar com foguete pirotécnico, corante marcador de água e espelho.
•As cobras não-peçonhentas possuem escamas regulares, hábitos diurnos e o veneno não é inoculado no ser humano.
•Conhecer os equipamentos de emergência disponíveis, o uso e a sua localização, é um dos procedimentos relacionados à segurança a bordo da aeronave.
•Antes do embarque dos passageiros, os comissários devem verificar a localização e o funcionamento dos extintores e equipamentos de prevenção, substituindo-os se for necessário.
•Notificar a cabine de comando, combater o fogo e isolar a área são as providências que devem ser tomadas pelo comissário ao constatar fogo no interior da aeronave.
•As luzes de sinalização na água, alimentadas por baterias de reação química, são localizadas na amarradura do bote e na parte superior dos coletes.
•Na sobrevivência no mar, a biruta d’água mantém o bote próximo ao local do acidente.
•As cordas de emergência são feitas de látex, nylon e neoprene.
•Numa evacuação, ao constatar que uma saída não pode ser aberta por condições externas desfavoráveis, o comissário deve permanecer junto a ela e redirecionar os pax’s.
•As portas de uma aeronave podem ser operadas interna e externamente, tanto em situação normal quanto em emergência.
•Na gestante, o cinto de segurança deve ser colocado por cima de uma almofada ou travesseiro, protegendo a barriga.
•Na selva, para evitar as picadas de mosquitos, organizar o acampamento em terreno alto, afastado de brejos, charco e pântanos, e dormir protegido por mosquiteiro. O uso de barro na face ou óleo extraído de cocos (ou de frutos como o piqui) serve de proteção contra os insetos.
•É desaconselhável construir abrigos embaixo de grandes árvores, de coqueiros e em regiões onde possam ocorrer avalanches, desmoronamento de encostas e em locais próximos ao leito de rios.
•Para eliminar carrapatos do corpo, aplicar um pingo de iodo ou aproximar a ponta acesa de um cigarro. O carrapato se soltará, evitando-se que a cabeça do inseto não se separe do corpo e permaneça encravada na pele, originando uma infecção.
•As pulgas são comuns nas moradias abandonadas, secas e cheias de poeira.
•A sarna, causada pelos acarinos, procura penetrar a pele na região da cintura, axilas, virilha e partes do corpo umedecidas pelo suor.
•Para dormir é aconselhável construir uma tarimba (lastro de madeira, afastado do chão, evitando o contato com animais peçonhentos e a umidade) no interior do abrigo.
•Deve-se evitar a ingestão de água morna com temperatura elevada ou morna porque são águas que recentemente desceram da superfície e que, portanto, podem estar poluídas. As águas de nascentes frias são as mais saudáveis e podem ser ingeridas depois de tratadas.
•Nas regiões desérticas e pedregosas, a água pode ser encontrada em leitos secos de rios, escavando na parte mais baixa do lado de fora de uma curva do canal aberto pela corrente.
•Para sobreviver em quaisquer condições, o ser humano necessita diariamente de 90 gramas de proteínas.
•Comparando-as com os carboidratos e proteínas, as gorduras fornecem mais que o dobro de calorias por unidade de peso. Quando ingeridas continuamente formam ácido (ketose).
•Na selva, os alimentos são mais facilmente encontrados na faixa da costa bem junto ao mar, entre as marcas da maré alta e da maré baixa, e também nas encostas de florestas, onde os pássaros costumam se alimentar com sementes e frutas.
•É difícil encontrar alimentos nos altos píncaros das montanhas, nos espinhaços secos e em áreas de florestas densas e contínuas.
•Na alimentação de seres humanos, os gafanhotos, as lagartas sem pêlo, as larvas, as crisálidas de escaravelhos furadores de madeiras, os iças ou tanajuras e os cupins fornecem alto teor de gordura.
•As bactérias e micróbios são os piores inimigos na conservação dos alimentos, quando as condições de higiene do acampamento não são adequadas.
•Nunca ingerir alimento desconhecido. Cozinhar uma amostra, prová-la, mastigando-a durante cinco minutos. Se durante este tempo, não ocorrerem alterações no paladar, ele poderá ser ingerido.
•Para verificar se um vegetal é comestível, deve-se cozinhá-lo.
•Os cogumelos não devem ser ingeridos, até mesmo cozidos.
•As urtigas e os avelós agem por contato e não servem como alimento. Em geral, a casca das árvores que não servem como alimento são resinosas.
•Onívoros é o animal que come tudo.
•Em geral, a raiz, o fruto e as folhas são as partes comestíveis das plantas terrestres ou aquáticas. Todas as partes de algumas plantas são comestíveis.
•Existem três tipos de fetos vegetais que são comestíveis: o feto brácteo, o arbóreo e o polipódeo. A maioria dos fetos vegetais é comestível e nenhum deles é venenoso.
•Os fetos vegetais são encaracolados, suculentos e possuem fiapos que os deixam amargos. Basta esfregá-los dentro da água para perderem o amargor.
•A casca do pinheiro, rica em vitamina C, quando verde pode ser aproveitada como alimento. Se estiver marrom, contém tanino que a deixa muito amarga. A parte interna da casca pode ser aproveitada como alimento e para farinha. A casca é melhor digerida quando recém formada (na primavera).
•A palmeira (árvore da providência) fornece o palmito que pode alimentar o sobrevivente por vários dias.
•Limpa-se mariscos, ostras, mexilhões, crustáceos e lagostas deixando-os de molho durante a noite, soltando toda a areia e impurezas.
•Os mexilhões negros são venenosos.
•O peixe para ser moqueado não precisa ser escamado.
•A água em que for fervida a mandioca, a macacheira e o arum, para retirar a nocividade, não deve ser aproveitada na alimentação.
•Para elaborar xarope ou calda com o suco sumarento e doce de uma planta, basta fervê-lo lentamente.
•O alimento, principalmente caças, crustáceos, peixes, etc., na falta de utensílios adequados, pode ser envolto em barro ou argila e colocado numa cova rasa abaixo do fogo, durante algum tempo. Este é o processo de cozimento indireto.
•O alimento também pode ser preparado sobre o braseiro no moquém fixo ou móvel para consumo imediato ou posterior se for defumado.
•O bambu, se cortado próximo do nó e carbonizado parcialmente, pode ser usado como vasilhame (caneco) para água ou sopa.
•Os brotos do bambu quando novos e fervidos duas ou três vezes para perder o amargor podem ser aproveitados na alimentação. As bainhas existentes nos brotos devem ser removidas antes do preparo. Existem bambus que para perderem o amargor devem permanecer na lama ou barro por, mais ou menos, três dias.
•O alimento marinho deve ser guardado bem seco.
•Para secar o alimento vegetal (bananas, raízes, batatas, inhames, etc) cortá-lo em fatias e expor ao sol ou numa fogueira.
•A raiz de imbaúba fornece água para o sobrevivente.
•As raízes dos veratros ou heléboros são prejudiciais ao ser humano.
•As folhas novas, as flores e as hastes do mamoeiro, após tratadas adequadamente, fornecem a vitamina A. Os frutos, vitamina C.
•Os cocos, quando caem no chão germinam no mesmo ponto onde caíram. Deles, aproveita-se o leite, a polpa e a massa esponjosa (chamada pão) que enche a cavidade. Essa massa pode ser comida crua ou tostada sobre a chama.
•O óleo de coco é usado como preventivo às queimaduras do sol e como repelente aos insetos e bicho-de-pé.
•Os fragmentos utilizados para iniciar uma combustão são denominados iscas.
•Para iniciar uma combustão, utilizam-se fósforos, isqueiros, fagulha de bateria, uma lente em dia ensolarado e o cartucho pirotécnico utilizado na sinalização.
•Archote é uma tocha de fogo improvisada para iluminação à noite.
•A cobra-do-mar não serve como alimento ao homem.
•A armadilha deve ser colocada na parte mais estreita da trilha do animal.
•A maioria dos peixes perigosos para a alimentação do homem é da família dos baiacus, possuem o corpo arredondado, placas ósseas ou as espinhas expostas.
quinta-feira, 11 de março de 2010
Cada dia mais bonita.
As mulheres se preocupam muito com seu peso e às vezes esquecem que, para ser bonita, não é preciso ser magra e alta. Uma mulher bem cuidada chama muito a atenção, pois isso mostra que ela se preocupa em estar bem.
Qualquer mulher pode aprender a ser uma comissária e começar a cuidar bem de sua apresentação pessoal: unhas, cabelos e maquiagem.”
Cabelos impecáveis como os das CMs.
Muitas mulheres sentem dificuldade em aprender a prender o cabelo e usar adequadamente os produtos para fixar os fios. Para ficarem no lugar, é necessário o uso de um bom fixador spray, sem álcool. A maneira de aplicar o produto também é muito importante.
Use com certa distancia, isso dará maior uniformidade ao cabelo.
Para domar os cachos use cremes sem enxágüe e só penteie o cabelo enquanto ele estiver molhado, depois não mexa mais.
Não esqueça também de hidratá-lo uma vez por semana, é indispensável.
A Make
A maior dificuldade com a maquiagem é o delineador, pois requer atenção e prática, que levará a perfeição.
Cuidar da pele do rosto antes da maquiagem é importante. Isso faz com que a maquiagem seja mais duradora e fique com um aspecto mais bonito.
Limpeza do rosto não é lavar somente com sabão, deve-se lavar assim que acordar com sabão líquido específico para o rosto,depois passe leite de limpeza para que não sobre nenhum resíduo e, em seguida - com leves batidinhas com algodão - passe o refrescante tônico facial. Depois é só começar a passar uma maquiagem leve, com corretivo, base e pó, blush bem discreto e sombra neutra.
Para uma maquiagem mais charmosa, vale deixar o gloss de lado e usar batom. Perceba que as aeromoças usam batom, e não gloss! O batom traz um requinte maior.
Nenhuma mulher deve esquecer-se de levar o lápis de olho, rímel, pó facial e o batom na bolsa.
Qualquer mulher pode aprender a ser uma comissária e começar a cuidar bem de sua apresentação pessoal: unhas, cabelos e maquiagem.”
Cabelos impecáveis como os das CMs.
Muitas mulheres sentem dificuldade em aprender a prender o cabelo e usar adequadamente os produtos para fixar os fios. Para ficarem no lugar, é necessário o uso de um bom fixador spray, sem álcool. A maneira de aplicar o produto também é muito importante.
Use com certa distancia, isso dará maior uniformidade ao cabelo.
Para domar os cachos use cremes sem enxágüe e só penteie o cabelo enquanto ele estiver molhado, depois não mexa mais.
Não esqueça também de hidratá-lo uma vez por semana, é indispensável.
A Make
A maior dificuldade com a maquiagem é o delineador, pois requer atenção e prática, que levará a perfeição.
Cuidar da pele do rosto antes da maquiagem é importante. Isso faz com que a maquiagem seja mais duradora e fique com um aspecto mais bonito.
Limpeza do rosto não é lavar somente com sabão, deve-se lavar assim que acordar com sabão líquido específico para o rosto,depois passe leite de limpeza para que não sobre nenhum resíduo e, em seguida - com leves batidinhas com algodão - passe o refrescante tônico facial. Depois é só começar a passar uma maquiagem leve, com corretivo, base e pó, blush bem discreto e sombra neutra.
Para uma maquiagem mais charmosa, vale deixar o gloss de lado e usar batom. Perceba que as aeromoças usam batom, e não gloss! O batom traz um requinte maior.
Nenhuma mulher deve esquecer-se de levar o lápis de olho, rímel, pó facial e o batom na bolsa.
Empresas aéreas
ABAETÉ LINHAS AÉREAS
Aeroporto Internacional Deputado Luís Eduardo Magalhães
Salvador - Bahia - Tel: (71) 3377-2555
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a ABAETÉ opera voos regulares
Bom Jesus da Lapa, Guanambi, Salvador
ADDEY TÁXI AÉREO
Aeroporto Internacional Deputado Luís Eduardo Magalhães
Salvador - Bahia - Tel: (71) 3377-1993
Cidades em que a ADDEY opera voos regulares
Morro de São Paulo, Salvador
AERO STAR
Aeroporto Internacional Deputado Luís Eduardo Magalhães
Salvador - Bahia - Tel: (71) 3377-4406
Cidades em que a AERO STAR opera voos regulares
Barra Grande, Morro de São Paulo, Salvador
AIR MINAS LINHAS AÉREAS
Rua Petrópolis, 20-B
Ribeirão das Neves - Minas Gerais - Tel.: 0300 210 2112 *
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a AIR MINAS opera voos regulares
Belo Horizonte, Ipatinga, Montes Claros, São Paulo, Uberaba, Uberlândia
ASTA - AMÉRICA DO SUL TÁXI AÉREO
Aeroporto Marechal Rondon - Box 4
Várzea Grande - Mato Grosso - Tel.: (65) 3682-2695
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a ASTA opera voos regulares
Aripuanã, Cuiabá , Juara, Juína, Juruena
AZUL LINHAS AÉREAS BRASILEIRAS
Alameda Surubiju, 2010, Alphaville - Barueri/SP - Tel.: 3003-2985
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a AZUL opera voos regulares
Belo Horizonte, Campinas, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Maceió, Manaus, Maringá, Natal, Navegantes, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Vitória
CRUISER LINHAS AÉREAS
Aeroporto Bacacheri, s/n, Hangar 12 - Curitiba/PR
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a CRUISER opera voos regulares
Aripuanã, Cuiabá , Juara, Juína
GOL TRANSPORTES AÉREOS LTDA
Rua Tamoios, 246 – Jardim Aeroporto - São Paulo/SP - Tel.: 0300 789 2121 *
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a GOL opera voos regulares
Aracajú, Aruba, Assunção, Bauru, Belém, Belo Horizonte, Boa Vista, Brasília, Buenos Aires, Campina Grande, Campinas, Campo Grande, Caxias do Sul, Chapecó, Córdoba, Cruzeiro do Sul, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Foz do Iguaçú, Goiânia, Ilhéus, Imperatriz, João Pessoa, Joinville, Juazeiro do Norte, Londrina, Macapá, Maceió, Manaus, Marabá, Maringá, Montevidéu, Natal, Navegantes, Palmas, Petrolina, Porto Alegre, Porto Seguro, Porto Velho, Presidente Prudente, Punta Cana, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Rosario, Salvador, Santa Cruz de la Sierra, Santarém, Santiago, São Luís, São Paulo, Teresina, Uberlândia, Vitória
META - MESQUITA TRANSPORTES AÉREOS LTDA
Avenida Santos Dumont, nº 100 – Aeroporto - Boa Vista/RR - Tel: 0300 7895503 *
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a META opera voos regulares
Altamira, Belém, Boa Vista, Georgetown, Itaituba, Monte Dourado, Oriximiná, Paramaribo, Santarém
NHT - LINHAS AÉREAS LTDA
Rua Dona Teodora , nº 503 – Porto Alegre/RS - Tel: 0300 1434343 *
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a NHT opera voos regulares
Caçador, Chapecó, Criciúma, Curitiba, Erechim, Florianópolis, Guarapuava, Joaçaba, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre, Rio Grande, Santa Maria, Santa Rosa, Santo Ângelo, Uruguaiana
OCEANAIR LINHAS AÉREAS LTDA
Av. Prof. Vicente Rao, 823 - São Paulo/SP - Tel.: (11) 4004-4040 e 0300-7898160 *
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a OCEANAIR opera voos regulares
Aracaju, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Chapecó, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Juazeiro do Norte, Passo Fundo, Petrolina, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo
PANTANAL LINHAS AÉREAS
Av. Nações Unidas, 10989 cj 81 - V Olímpia - São Paulo/SP - Tel.: 0800-6025888
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a PANTANAL opera voos regulares
Araçatuba, Bauru, Juiz de Fora, Marilia, Maringá, Presidente Prudente, São Paulo
PASSAREDO TRANSPORTES AÉREOS S/A
Rua Guatapará, 383 – Vila Virgínia - Ribeirão Preto/SP - Tel.: (16) 3514-7111
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a PASSAREDO opera voos regulares
Barreiras, Bauru, Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Goiânia, Ji-Paraná, Marília, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, São José do Rio Preto, São Paulo, Uberlândia, Vitória da Conquista
Cidades em que a PASSAREDO opera em sistema de Codeshare com a TAM
Porto Alegre e Salvador
RICO LINHAS AÉREAS S/A
Aeroporto Internacional Eduardo Gomes – TPS II - Manaus/AM - Tel: (92) 4009-8333
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a RICO opera voos regulares
Borba, Coari, Manaus, Manicoré, Maués
SETE - LINHAS AÉREAS
Praça Capitão Frazão - Hangar Sete - Goiânia/GO - Tel: (62) 3096-7007
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a SETE opera voos regulares
Belém, Brasília, Carajás, Conceição do Araguaia, Confresa, Goiânia, Gurupi, Marabá, Minaçu, Ourilândia do Norte, Redenção, Santana do Araguaia, São Felix do Araguaia, São Felix do Xingu
SOL LINHAS AÉREAS
Aeroporto Municipal de Cascavel - Cascavel/PR - Tel: (45) 2104-4242 - Reservas: 0300 210 4242
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a SOL opera voos regulares
Cascavel, Curitiba, Maringá
TAM LINHAS AÉREAS S/A
Avenida Jurandir n.º 856 - São Paulo/SP - Tel.: 5582-8811
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a TAM opera voos regulares com aviões proprios
Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Boa Vista, Brasília, Buenos Aires, Campinas, Campo Grande, Caracas, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Foz do Iguaçu, Frankfurt, Goiânia, Ilha de Comandatuba, Ilhéus, Imperatriz, Joinville, João Pessoa, Lima, Londres, Londrina, Macapá, Maceió, Madri, Manaus, Marabá, Miami, Milão, Montevidéu, Natal, Navegantes, New York, Orlando, Palmas, Paris, Porto Alegre, Porto Seguro, Porto Velho, Recife, Ribeirão Preto, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, Santarém, Santiago, São José do Rio Preto, São Paulo, São Luis, Teresina, Uberlândia, Vitória
Cidades brasileiras em que a TAM opera em sistema de Codeshare
(posicione o mouse, nunca clique, sobre o nome da cidade para saber a empresa que opera o vôo)
Alta Floresta, Altamira, Araguaína, Araxá, Barreiras, Bonito, Caçador, Carajás, Cascavel, Chapecó, Corumbá, Criciúma, Dourados, Erechim, Fernando de Noronha, Governador Valadares, Guarapuava, Ipatinga, Itaituba, Ji-Paraná, Joaçaba, Lençóis, Maringá, Montes Claros, Parintins, Passo Fundo, Pelotas, Petrolina, Rio Grande, Rondonópolis, Santa Maria, Santa Rosa, Santo Ângelo, São José dos Campos, Sinop, Trombetas, Tucuruí, Uberaba, Uruguaiana, Vilhena
Cidades estrangeiras em que a TAM opera em sistema de Codeshare
(Consulte o site da TAM para maiores informações sobre voos para estas localidades)
Aberdeen, Antofagasta, Arequipa, Arica, Assunción, Atlanta, Austin, Balmaceda, Belfast, Berlin, Boston, Bremen, Calama, Calgary, Chicago, Chiclayo, Ciudad del Este, Cleveland, Cochabamba, Com. Rivadavia, Concépcion, Copenhagen, Copiapó, Córdoba, Cuzco, Dallas, Denver, Detroit, Dublin, Dusseldorf, Edimburgo, Edmonton, El Calafet, El Salvador, Estocolmo, Faro, Funchal, Geneva, Grasgow, Hamburg, Hanover, Jacksonville, Juliaca, La Serena, Las Vegas, Lisboa, Los Angeles, Manchester, Mendoza, Minneapolis, Montreal, Munich, Nuremberg, Oslo, Osorno, Ottawa, Pequim, Phoenix, Piura, Portland, Porto, Porto Santo, Pucallpa, Puerto Maldonado, Puerto Montt, Punta Arena, Punta del Este, Quebec, Raleigh Durham, Rio Gallegos, Santa Cruz de la Sierra, Salt Lake, Salta, San Diego, San Francisco, San Jose, Seattle, Sttutgart, Tacna, Tampa, Tarapoto, Temuco, Toronto, Trujilo, Ushuaia, Valdivia, Vancouver
TEAM TRANSPORTES ESPECIAIS AÉREOS
Av. Ayrton Senna, 2541 - Rio de Janeiro/RJ - Tel: (21) 2117-8300
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a TEAM opera voos regulares
Búzios, Campos dos Goytacazes, Macaé, Rio de Janeiro, Vitória
TRIP – TRANSP AÉREO REGIONAL DO INTERIOR PAULISTA
Rua Luiz Gama, 209 – Bonfim - Campinas/SP
Call Center: 0300 789 8747*
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a TRIP opera voos regulares
Alta Floresta, Altamira, Aracaju, Araçatuba, Araguaína, Araxá, Barcelos, Belém, Belo Horizonte, Bonito, Brasília, Cabo Frio, Campinas, Campo Grande, Carajás, Cascavel, Coari, Corumbá, Criciúma, Cruzeiro do Sul, Cuiabá, Curitiba, Diamantina, Dourados, Eirunepé, Fernando de Noronha, Fonte Boa, Foz do Iguaçu, Goiânia, Governador Valadares, Humaitá, Ilhéus, Ipatinga, Itaituba, Ji-Paraná, Joinville, Juiz de Fora, Lábrea, Londrina, Maceió, Manaus, Maringá, Montes Claros, Natal, Navegantes, Parintins, Patos de Minas, Petrolina, Porto Alegre, Porto Seguro, Porto Velho, Recife, Ribeirão Preto, Rio Branco, Rio de Janeiro, Rio Verde, Rondonópolis, Salvador, Santa Isabel do Rio Negro, Santarém, São Gabriel da Cachoeira, São João del Rei, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, São Paulo de Olivença, Sinop, Tabatinga, Tefé, Trombetas, Tucuruí, Uberaba, Uberlândia, Vilhena, Vitória, Vitória da Conquista
A TRIP opera em sistema de Codeshare com a TAM para diversas capitais
VARIG S/A
Avenida Alm. Silvio Noronha, 365 BL. C – 4and - Rio de Janeiro/RJ - Tel.: 4003-7000
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a VARIG opera voos regulares
Belo Horizonte, Bogotá, Buenos Aires, Caracas, Florianópolis, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Santiago, São Paulo
Visando otimizar a malha doméstica, a GOL e a VARIG unificaram suas operações, portanto os voos dómesticos estão incluídos em nossas informações sobre a GOL
WEBJET LINHAS AÉREAS LTDA
Av. Embaixador Abelardo Bueno, 199, sls. 301 a 304 - Rio de Janeiro/RJ - Tel.: (21) 3535-7677
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a WEBJET opera voos regulares
Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo
Aeroporto Internacional Deputado Luís Eduardo Magalhães
Salvador - Bahia - Tel: (71) 3377-2555
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a ABAETÉ opera voos regulares
Bom Jesus da Lapa, Guanambi, Salvador
ADDEY TÁXI AÉREO
Aeroporto Internacional Deputado Luís Eduardo Magalhães
Salvador - Bahia - Tel: (71) 3377-1993
Cidades em que a ADDEY opera voos regulares
Morro de São Paulo, Salvador
AERO STAR
Aeroporto Internacional Deputado Luís Eduardo Magalhães
Salvador - Bahia - Tel: (71) 3377-4406
Cidades em que a AERO STAR opera voos regulares
Barra Grande, Morro de São Paulo, Salvador
AIR MINAS LINHAS AÉREAS
Rua Petrópolis, 20-B
Ribeirão das Neves - Minas Gerais - Tel.: 0300 210 2112 *
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a AIR MINAS opera voos regulares
Belo Horizonte, Ipatinga, Montes Claros, São Paulo, Uberaba, Uberlândia
ASTA - AMÉRICA DO SUL TÁXI AÉREO
Aeroporto Marechal Rondon - Box 4
Várzea Grande - Mato Grosso - Tel.: (65) 3682-2695
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a ASTA opera voos regulares
Aripuanã, Cuiabá , Juara, Juína, Juruena
AZUL LINHAS AÉREAS BRASILEIRAS
Alameda Surubiju, 2010, Alphaville - Barueri/SP - Tel.: 3003-2985
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a AZUL opera voos regulares
Belo Horizonte, Campinas, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Maceió, Manaus, Maringá, Natal, Navegantes, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Vitória
CRUISER LINHAS AÉREAS
Aeroporto Bacacheri, s/n, Hangar 12 - Curitiba/PR
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a CRUISER opera voos regulares
Aripuanã, Cuiabá , Juara, Juína
GOL TRANSPORTES AÉREOS LTDA
Rua Tamoios, 246 – Jardim Aeroporto - São Paulo/SP - Tel.: 0300 789 2121 *
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a GOL opera voos regulares
Aracajú, Aruba, Assunção, Bauru, Belém, Belo Horizonte, Boa Vista, Brasília, Buenos Aires, Campina Grande, Campinas, Campo Grande, Caxias do Sul, Chapecó, Córdoba, Cruzeiro do Sul, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Foz do Iguaçú, Goiânia, Ilhéus, Imperatriz, João Pessoa, Joinville, Juazeiro do Norte, Londrina, Macapá, Maceió, Manaus, Marabá, Maringá, Montevidéu, Natal, Navegantes, Palmas, Petrolina, Porto Alegre, Porto Seguro, Porto Velho, Presidente Prudente, Punta Cana, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Rosario, Salvador, Santa Cruz de la Sierra, Santarém, Santiago, São Luís, São Paulo, Teresina, Uberlândia, Vitória
META - MESQUITA TRANSPORTES AÉREOS LTDA
Avenida Santos Dumont, nº 100 – Aeroporto - Boa Vista/RR - Tel: 0300 7895503 *
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a META opera voos regulares
Altamira, Belém, Boa Vista, Georgetown, Itaituba, Monte Dourado, Oriximiná, Paramaribo, Santarém
NHT - LINHAS AÉREAS LTDA
Rua Dona Teodora , nº 503 – Porto Alegre/RS - Tel: 0300 1434343 *
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a NHT opera voos regulares
Caçador, Chapecó, Criciúma, Curitiba, Erechim, Florianópolis, Guarapuava, Joaçaba, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre, Rio Grande, Santa Maria, Santa Rosa, Santo Ângelo, Uruguaiana
OCEANAIR LINHAS AÉREAS LTDA
Av. Prof. Vicente Rao, 823 - São Paulo/SP - Tel.: (11) 4004-4040 e 0300-7898160 *
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a OCEANAIR opera voos regulares
Aracaju, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Chapecó, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Juazeiro do Norte, Passo Fundo, Petrolina, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo
PANTANAL LINHAS AÉREAS
Av. Nações Unidas, 10989 cj 81 - V Olímpia - São Paulo/SP - Tel.: 0800-6025888
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a PANTANAL opera voos regulares
Araçatuba, Bauru, Juiz de Fora, Marilia, Maringá, Presidente Prudente, São Paulo
PASSAREDO TRANSPORTES AÉREOS S/A
Rua Guatapará, 383 – Vila Virgínia - Ribeirão Preto/SP - Tel.: (16) 3514-7111
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a PASSAREDO opera voos regulares
Barreiras, Bauru, Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Goiânia, Ji-Paraná, Marília, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, São José do Rio Preto, São Paulo, Uberlândia, Vitória da Conquista
Cidades em que a PASSAREDO opera em sistema de Codeshare com a TAM
Porto Alegre e Salvador
RICO LINHAS AÉREAS S/A
Aeroporto Internacional Eduardo Gomes – TPS II - Manaus/AM - Tel: (92) 4009-8333
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a RICO opera voos regulares
Borba, Coari, Manaus, Manicoré, Maués
SETE - LINHAS AÉREAS
Praça Capitão Frazão - Hangar Sete - Goiânia/GO - Tel: (62) 3096-7007
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a SETE opera voos regulares
Belém, Brasília, Carajás, Conceição do Araguaia, Confresa, Goiânia, Gurupi, Marabá, Minaçu, Ourilândia do Norte, Redenção, Santana do Araguaia, São Felix do Araguaia, São Felix do Xingu
SOL LINHAS AÉREAS
Aeroporto Municipal de Cascavel - Cascavel/PR - Tel: (45) 2104-4242 - Reservas: 0300 210 4242
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a SOL opera voos regulares
Cascavel, Curitiba, Maringá
TAM LINHAS AÉREAS S/A
Avenida Jurandir n.º 856 - São Paulo/SP - Tel.: 5582-8811
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a TAM opera voos regulares com aviões proprios
Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Boa Vista, Brasília, Buenos Aires, Campinas, Campo Grande, Caracas, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Foz do Iguaçu, Frankfurt, Goiânia, Ilha de Comandatuba, Ilhéus, Imperatriz, Joinville, João Pessoa, Lima, Londres, Londrina, Macapá, Maceió, Madri, Manaus, Marabá, Miami, Milão, Montevidéu, Natal, Navegantes, New York, Orlando, Palmas, Paris, Porto Alegre, Porto Seguro, Porto Velho, Recife, Ribeirão Preto, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, Santarém, Santiago, São José do Rio Preto, São Paulo, São Luis, Teresina, Uberlândia, Vitória
Cidades brasileiras em que a TAM opera em sistema de Codeshare
(posicione o mouse, nunca clique, sobre o nome da cidade para saber a empresa que opera o vôo)
Alta Floresta, Altamira, Araguaína, Araxá, Barreiras, Bonito, Caçador, Carajás, Cascavel, Chapecó, Corumbá, Criciúma, Dourados, Erechim, Fernando de Noronha, Governador Valadares, Guarapuava, Ipatinga, Itaituba, Ji-Paraná, Joaçaba, Lençóis, Maringá, Montes Claros, Parintins, Passo Fundo, Pelotas, Petrolina, Rio Grande, Rondonópolis, Santa Maria, Santa Rosa, Santo Ângelo, São José dos Campos, Sinop, Trombetas, Tucuruí, Uberaba, Uruguaiana, Vilhena
Cidades estrangeiras em que a TAM opera em sistema de Codeshare
(Consulte o site da TAM para maiores informações sobre voos para estas localidades)
Aberdeen, Antofagasta, Arequipa, Arica, Assunción, Atlanta, Austin, Balmaceda, Belfast, Berlin, Boston, Bremen, Calama, Calgary, Chicago, Chiclayo, Ciudad del Este, Cleveland, Cochabamba, Com. Rivadavia, Concépcion, Copenhagen, Copiapó, Córdoba, Cuzco, Dallas, Denver, Detroit, Dublin, Dusseldorf, Edimburgo, Edmonton, El Calafet, El Salvador, Estocolmo, Faro, Funchal, Geneva, Grasgow, Hamburg, Hanover, Jacksonville, Juliaca, La Serena, Las Vegas, Lisboa, Los Angeles, Manchester, Mendoza, Minneapolis, Montreal, Munich, Nuremberg, Oslo, Osorno, Ottawa, Pequim, Phoenix, Piura, Portland, Porto, Porto Santo, Pucallpa, Puerto Maldonado, Puerto Montt, Punta Arena, Punta del Este, Quebec, Raleigh Durham, Rio Gallegos, Santa Cruz de la Sierra, Salt Lake, Salta, San Diego, San Francisco, San Jose, Seattle, Sttutgart, Tacna, Tampa, Tarapoto, Temuco, Toronto, Trujilo, Ushuaia, Valdivia, Vancouver
TEAM TRANSPORTES ESPECIAIS AÉREOS
Av. Ayrton Senna, 2541 - Rio de Janeiro/RJ - Tel: (21) 2117-8300
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a TEAM opera voos regulares
Búzios, Campos dos Goytacazes, Macaé, Rio de Janeiro, Vitória
TRIP – TRANSP AÉREO REGIONAL DO INTERIOR PAULISTA
Rua Luiz Gama, 209 – Bonfim - Campinas/SP
Call Center: 0300 789 8747*
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a TRIP opera voos regulares
Alta Floresta, Altamira, Aracaju, Araçatuba, Araguaína, Araxá, Barcelos, Belém, Belo Horizonte, Bonito, Brasília, Cabo Frio, Campinas, Campo Grande, Carajás, Cascavel, Coari, Corumbá, Criciúma, Cruzeiro do Sul, Cuiabá, Curitiba, Diamantina, Dourados, Eirunepé, Fernando de Noronha, Fonte Boa, Foz do Iguaçu, Goiânia, Governador Valadares, Humaitá, Ilhéus, Ipatinga, Itaituba, Ji-Paraná, Joinville, Juiz de Fora, Lábrea, Londrina, Maceió, Manaus, Maringá, Montes Claros, Natal, Navegantes, Parintins, Patos de Minas, Petrolina, Porto Alegre, Porto Seguro, Porto Velho, Recife, Ribeirão Preto, Rio Branco, Rio de Janeiro, Rio Verde, Rondonópolis, Salvador, Santa Isabel do Rio Negro, Santarém, São Gabriel da Cachoeira, São João del Rei, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, São Paulo de Olivença, Sinop, Tabatinga, Tefé, Trombetas, Tucuruí, Uberaba, Uberlândia, Vilhena, Vitória, Vitória da Conquista
A TRIP opera em sistema de Codeshare com a TAM para diversas capitais
VARIG S/A
Avenida Alm. Silvio Noronha, 365 BL. C – 4and - Rio de Janeiro/RJ - Tel.: 4003-7000
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a VARIG opera voos regulares
Belo Horizonte, Bogotá, Buenos Aires, Caracas, Florianópolis, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Santiago, São Paulo
Visando otimizar a malha doméstica, a GOL e a VARIG unificaram suas operações, portanto os voos dómesticos estão incluídos em nossas informações sobre a GOL
WEBJET LINHAS AÉREAS LTDA
Av. Embaixador Abelardo Bueno, 199, sls. 301 a 304 - Rio de Janeiro/RJ - Tel.: (21) 3535-7677
(veja a frota) - (relação de voos)
Cidades em que a WEBJET opera voos regulares
Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo
Como é a prova de Comissário?
São quatro grupos cada, qual com 20 questões.
Terá 3 horas para realizar a prova. Textos de multipla escolha 4 alternativas por questão, terá que acertar 70% da prova sendo 6 erros de 20 questões.
I grupo: Emeregência, Segurança e Sobrevivência
II grupo: Direito Aeronáutico, Sistema de Aviação Civil, Segurança de Vôo, Regulamentos da Profissão e Direito do Trabalho e Previdenciário.
III grupo: Primeiros Socorros, Higiene e Medicina Aeroespacial
IV grupo: Conhecimentos Gerais de Aeronave, Meteorologia e Navegação
Terá 3 horas para realizar a prova. Textos de multipla escolha 4 alternativas por questão, terá que acertar 70% da prova sendo 6 erros de 20 questões.
I grupo: Emeregência, Segurança e Sobrevivência
II grupo: Direito Aeronáutico, Sistema de Aviação Civil, Segurança de Vôo, Regulamentos da Profissão e Direito do Trabalho e Previdenciário.
III grupo: Primeiros Socorros, Higiene e Medicina Aeroespacial
IV grupo: Conhecimentos Gerais de Aeronave, Meteorologia e Navegação
Ajudinha com questões para Banca da ANAC ")
Marque quantos acertos e erros, respostas no final.
BLOCO1
EMERGÊNCIA
01. A emergência em que há tempo hábil para se determinar a posição que minimiza os efeitos do impacto sobre os passageiros denomina-se:
a) Acidental b) Preparada
c) Provocada d) Despreparada
02. Despressurização significa:
a) Um local cuja pressão interna é zero.
b) Entrada forçada do ar para um meio de maior pressão.
c) A saída do ar de um meio de menor para um de maior pressão.
d) A saída do ar de um meio de maior para um de menor pressão.
03. O oxigênio terapêutico (máscara oro-nasal) tem como finalidade:
a) Servir de proteção no combate ao fogo.
b) Atender passageiros que estejam com parada circulatória.
c) Atender passageiros e tripulantes com insuficiência respiratória.
d) Proteger tripulantes que estejam em áreas com fumaça e/ou gases tóxicos.
04. O conjunto de sobrevivência no mar é um equipamento obrigatório para aeronaves que efetuam vôos:
a) Costeiros b) Regionais
c) Domésticos d) Transoceânicos.
05. Assinale a alternativa mais correta, com relação ao uso de megafones existentes a bordo:
a) Somente em casos de falha no sistema P.A.
b) Em comunicação entre um bote e outro, em pouso no mar.
c) Somente em situações de emergência, em pouso na selva.
d) Em pane no sistema P.A. e para orientar os passageiros em pousos de emergência
07. No caso de um pouso de emergência, para se evitar ferimentos, todo material solto na cabine deve ser recolhido e guardado:
a) Nos toaletes, travando-os.
b) Atrás das últimas poltronas.
c) Sob as poltronas dos passageiros.
d) Nos compartimentos dos equipamentos de emergência.
08. Nos fatores citados abaixo, identifique o que não determina a necessidade de um pouso de emergência:
a) Sabotagem.
b) Morte de passageiro a bordo.
c) Perda total da força elétrica.
d) Perda de combustível por vazamento.
12. Qualquer passageiro que estiver recebendo oxigênio terapêutico por tempo prolongado, sofrerá um ressecamento no rosto e nas mucosas. Para minimizar os efeitos deste ressecamento, deve-se:
a) Aplicar qualquer substância gordurosa no rosto.
b) Ministrar oxigênio por apenas vinte minutos e solicitar a orientação de um médico a bordo.
c) Dar um copo de água a cada dez minutos a umidificação da área verificando a necessidade de continuar a aplicação de oxigênio.
d) Promover a cada dez minutos a umidificação da área verificando a necessidade de continuar a aplicação de oxigênio.
14. Durante uma turbulência os comissários devem:
a) Efetuar o serviço de bordo normalmente.
b) Circular pelo corredor para ver se está tudo bem.
c) Ficar em seus assentos com os cintos afivelados.
d) Ficar em seus assentos sem colocar o cinto de segurança.
16. Visando a segurança dos passageiros, ao serem comunicados que passarão por turbulência, os comissários adotam alguns procedimentos:
a) guardam as bagagens de mão nos toaletes e suspendem os serviços de bordo.
b) orientam os passageiros para que atem os cintos de segurança e reclinem a cadeira.
c) todos os compartimentos travados, cintos afivelados, mesinhas travadas e fechadas, o serviço de bordo é interrompido imediatamente
d) travam os compartimentos da galley, verificam se todas as portas de emergência estão fechadas e os cintos de segurança atados.
18. Ao verificar os equipamentos de sobrevivência no pré-vôo, o comissário deverá ter em mente que a relação quantidade de kits/pax deverá ser de:
a) 1 para cada 50 pax, desprezando-se as frações
b) 1 para cada 20 pax, desprezando-se as frações.
c) 2 para cada 25 pax, desprezando-se as frações.
d) 24 para cada 50 paz, desprezando-se as frações.
20. O sistema de oxigênio fixo existente na aeronave é dividido em:
a) um para cada tripulante.
b) um para cada tripulante da cabine de comando.
c) dois, sendo um para a cabine de comando e um para a cabine de passageiros.
d) dois, sendo um para a cabine de comando e um para a galley traseira.
22. Preparando-se para um pouso de emergência, os comissários deverão verificar:
a) posição de impacto dos passageiros.
b) posição de impacto dos tripulantes.
c) extintores de incêndio.
d) pax com cintos atados, mesinhas travadas, encostos das poltronas na posição vertical.
25. A existência de uma máscara de oxigênio a mais na unidade de serviço de passageiro (PSU) é:
a) para atender pax/trips em caso de insuficiência respiratória.
b) para ser utilizada em caso de fumaça intensa na cabine pelo comissário.
c) caso haja uma criança de colo ou para o comissário numa situação de despressurização.
d) para atender pax que estejam em macas e precisem de oxigênio durante todo o vôo.
29. Em caso de despressurização da cabine de passageiros os procedimentos que os comissários deverão adotar são:
a) atender crianças e idosos prioritariamente.
b) continuar normalmente com o serviço de bordo.
c) sentar na poltrona mais próxima e pegar a máscara sobressalente e atender paxs próximos.
d) voltar para a sua estação e aguardar orientação do comandante.
31. É vedado o uso de aparelhos celulares para passageiros e tripulantes:
a) desde a entrada no aeroporto.
b) em qualquer fase do vôo.
c) desde a entrada dos portões de embarque e na sala de espera.
d) somente na sala de embarque.
35. Em uma emergência preparada, o motivo pelo qual os comissários mandam retirar os brincos e objetos pontiagudos, é para:
a) evitar ferimentos no pouso.
b) não estragar os equipamentos de combate ao fogo.
c) não perder na hora do impacto.
d) não ser usado como arma.
40. Para atuar com sucesso numa situação de emergência, deve-se:
a) saber apenas como se operam as escorregadeiras e as saídas de emergência.
b) estar familiarizado com todo equipamento que se tem a disposição.
c) estar familiarizado com os outros tripulantes e também com as saídas de emergência.
d) saber apenas onde estão localizados os extintores, máscaras, megafones e machadinhas.
42. O que os comissários deverão adotar antes de ser comunicada uma situação de emergência, é:
a) posicionar-se ao longo da cabine para conter as primeiras manifestações de pânico.
b) retornar à sua estação e assumir a posição de impacto, após interromper o serviço de bordo.
c) prosseguir com o serviço de bordo normalmente para que os passageiros não entrem em pânico.
d) ficar próximo à cabine de comando para se manter informado de qualquer alteração na programação.
43. O momento adequado para se abrir as saídas de emergência, quando a evacuação se tornar evidente, após a parada total da aeronave, será:
a) aguardar a chegada do serviço de apoio terrestre.
b) efetuar o corte dos motores e a verificação da área externa.
c) combater o fogo, se houver, porque há risco de explosão.
d) aguardar a chegada do corpo de bombeiros e da manutenção do aeroporto.
PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNCDIO
134. O material a ser utilizado para fazer fumaça branca, durante uma sobrevivência na selva é:
a) panos, grande quantidade de água, qualquer tipo de folhas.
b) folhas verdes, musgos e pequena quantidade de água.
c) folhas secas, musgos e pequena quantidade de água.
d) borracha, óleo, plástico ou qualquer outro derivado do petróleo.
135. Durante uma sobrevivência na selva, com a quantidade de água diminuta, os sobreviventes deverão dar preferência para comer:
a) vegetais b) carnes
c) ovos d) sementes
136. Durante uma sobrevivência na selva se houver necessidade de se empreender uma jornada, a pessoa a deslocar-se deverá levar consigo, no que se refere à quantidade de provisões, em relação ao grupo, o:
a) dobro b) triplo
c) uma porção d) quádruplo.
138. Numa sobrevivência na selva, após descansar física e mentalmente, um dos tripulantes deverá:
a) encarregar-se de todas as tarefas.
b) aguardar orientação do comandante.
c) dar a cada indivíduo válido uma tarefa a cumprir.
d) selecionar entre os sobreviventes os que irão encetar marcha.
140. Na sobrevivência no mar, poder-se-á diminuir o espaço entre os botes, encurtando-se as cordas que os unem somente quando:
a) a temperatura diminuir.
b) houver tempestades.
c) avistar-se terra.
d) as águas estiverem calmas.
142. Nas costas marítimas, o local apropriado para encontrar água potável é:
a) nas elevações b) terrenos áridos.
c) terrenos irregulares d) acima das marés altas.
144. Estando os sobreviventes em uma ilha, o local em que poderá encontrar caranguejos com maior facilidade será:
a) no fundo do rio.
b) na areia da praia.
c) debaixo das pedras próximas aos riachos.
d) nos baixios dos mangues.
146. Numa sobrevivência na selva, para se sinalizar com foguete pirotécnico, deve-se segurá-lo:
a) na posição vertical.
b) na posição horizontal.
c) a 45º em relação à linha do horizonte e contra o vento.
d) a 45º em relação à linha do horizonte e a favor do vento.
148. Durante uma sobrevivência no mar, os sobreviventes deverão liberar um pouco de ar das câmaras:
a) nos dias frios.
b) nos dias quentes.
c) durante a noite.
d) durante o dia e repor a noite.
150. O cuidado que se deve ter com a biruta d’água no caso de uma sobrevivência no mar é:
a) logo que subir no bote, lançá-la para que os sobreviventes possam subir com maior facilidade.
b) armá-la logo que possível para destilar e dessalgar a água do mar.
c) colocá-la de forma que seja possível coletar água da chuva.
d) verificar que não fique presa nos destroços da aeronave.
152. Numa sobrevivência na selva para facilitar a localização durante o dia, os sobreviventes poderão produzir fumaça negra utilizando:
a) borracha e óleo de motor.
b) óleo de motor, folhas verdes e musgos.
c) folhas secas e pequena quantidade de água.
d) folhas verdes, musgos e pequena quantidade de água.
154. O pó marcador deve ser utilizado numa sobrevivência no mar:
a) quando for avistado um cardume de peixes.
b) ao avistar ou ouvir aeronave, durante o dia.
c) à noite, ao ouvir barulho de navio ou aeronave.
d) ao avistar terra ou ilha adiante
156. Quando no combate a incêndio de equipamentos elétricos energizados se corta a fonte de energia, o objetivo é de:
a) facilitar o acesso ao local onde está correndo o fogo para o combate.
b) transformar em incêndio classe C em A e ter-se mais opções de combate ao fogo.
c) possibilitar ao combatente utilizar os extintores que tem por principio de extinção o abafamento.
d) obter uma maior eficácia no combate uma vez que o combatente poderá fazer uso dos extintores de forma correta.
158. Numa situação de sobrevivência, com relação à sinalização, os pirotécnicos, pó marcador e espelho deverão ser usados:
a) durante o dia esporadicamente a fim de chamar a atenção de alguma aeronave que esteja passando.
b) quando ouvir ou avistar uma aeronave durante o dia.
c) durante o dia e à noite sempre que ouvir ou avistar uma aeronave.
d) quando receber orientação do comandante para utilizá-los.
160. São exemplos de materiais combustíveis pertencentes à classe B:
a) madeira, tecido e papel.
b) madeira, alumínio e gasolina.
c) magnésio, zinco e alumínio.
d) gasolina, álcool e querosene
162. O sobrevivente ao pescar deverá evitar alimentar-se de peixes que possuam:
a) ferrões junto às nadadeiras dorsais e peitorais.
b) boca semelhante a bico de papagaio.
c) muitas espinhas.
d) formato rombiodal.
164. As formas de extinção de fogo são:
a) retirada do material, resfriamento, abafamento.
b) resfriamento, aquecimento, abafamento, extinção química.
c) abafamento, retirada do material combustível, encharcamento.
d) isolamento, extinção química, abafamento, aquecimento.
166. Um dos peixes mais perigosos dos nossos rios, carnívoro e extremamente feroz é o(a):
a) pirarara b) candiru.
c) arraia d) piranha.
168. A combustão resultante da fermentação natural de materiais orgânicos que com o calor proporcional atingem o ponto de ignição é a:
a) ativa b) lenta
c) espontânea d) rápida
170. No caso de incêndio, retirando-se o material combustível, o fogo extinguirá pelo método de:
a) abafamento.
b) resfriamento.
c) isolamento.
d) sufocamento.
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Respostas
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01.B --- 134.B
02.D --- 135.A
03.C --- 136.A
04.D --- 138.C
05.D --- 140.D
07.A --- 142.D
08.B --- 144.D
12.D --- 146.D
14.C --- 148.B
16.C --- 150.D
18.A --- 152.A
20.C --- 154.B
22.D --- 156.B
25.C --- 158.B
29.C --- 160.D
31.B --- 162.B
35.A --- 164.A
40.B --- 166.D
42.A --- 168.C
43.B --- 170.C
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BLOCO1
EMERGÊNCIA
01. A emergência em que há tempo hábil para se determinar a posição que minimiza os efeitos do impacto sobre os passageiros denomina-se:
a) Acidental b) Preparada
c) Provocada d) Despreparada
02. Despressurização significa:
a) Um local cuja pressão interna é zero.
b) Entrada forçada do ar para um meio de maior pressão.
c) A saída do ar de um meio de menor para um de maior pressão.
d) A saída do ar de um meio de maior para um de menor pressão.
03. O oxigênio terapêutico (máscara oro-nasal) tem como finalidade:
a) Servir de proteção no combate ao fogo.
b) Atender passageiros que estejam com parada circulatória.
c) Atender passageiros e tripulantes com insuficiência respiratória.
d) Proteger tripulantes que estejam em áreas com fumaça e/ou gases tóxicos.
04. O conjunto de sobrevivência no mar é um equipamento obrigatório para aeronaves que efetuam vôos:
a) Costeiros b) Regionais
c) Domésticos d) Transoceânicos.
05. Assinale a alternativa mais correta, com relação ao uso de megafones existentes a bordo:
a) Somente em casos de falha no sistema P.A.
b) Em comunicação entre um bote e outro, em pouso no mar.
c) Somente em situações de emergência, em pouso na selva.
d) Em pane no sistema P.A. e para orientar os passageiros em pousos de emergência
07. No caso de um pouso de emergência, para se evitar ferimentos, todo material solto na cabine deve ser recolhido e guardado:
a) Nos toaletes, travando-os.
b) Atrás das últimas poltronas.
c) Sob as poltronas dos passageiros.
d) Nos compartimentos dos equipamentos de emergência.
08. Nos fatores citados abaixo, identifique o que não determina a necessidade de um pouso de emergência:
a) Sabotagem.
b) Morte de passageiro a bordo.
c) Perda total da força elétrica.
d) Perda de combustível por vazamento.
12. Qualquer passageiro que estiver recebendo oxigênio terapêutico por tempo prolongado, sofrerá um ressecamento no rosto e nas mucosas. Para minimizar os efeitos deste ressecamento, deve-se:
a) Aplicar qualquer substância gordurosa no rosto.
b) Ministrar oxigênio por apenas vinte minutos e solicitar a orientação de um médico a bordo.
c) Dar um copo de água a cada dez minutos a umidificação da área verificando a necessidade de continuar a aplicação de oxigênio.
d) Promover a cada dez minutos a umidificação da área verificando a necessidade de continuar a aplicação de oxigênio.
14. Durante uma turbulência os comissários devem:
a) Efetuar o serviço de bordo normalmente.
b) Circular pelo corredor para ver se está tudo bem.
c) Ficar em seus assentos com os cintos afivelados.
d) Ficar em seus assentos sem colocar o cinto de segurança.
16. Visando a segurança dos passageiros, ao serem comunicados que passarão por turbulência, os comissários adotam alguns procedimentos:
a) guardam as bagagens de mão nos toaletes e suspendem os serviços de bordo.
b) orientam os passageiros para que atem os cintos de segurança e reclinem a cadeira.
c) todos os compartimentos travados, cintos afivelados, mesinhas travadas e fechadas, o serviço de bordo é interrompido imediatamente
d) travam os compartimentos da galley, verificam se todas as portas de emergência estão fechadas e os cintos de segurança atados.
18. Ao verificar os equipamentos de sobrevivência no pré-vôo, o comissário deverá ter em mente que a relação quantidade de kits/pax deverá ser de:
a) 1 para cada 50 pax, desprezando-se as frações
b) 1 para cada 20 pax, desprezando-se as frações.
c) 2 para cada 25 pax, desprezando-se as frações.
d) 24 para cada 50 paz, desprezando-se as frações.
20. O sistema de oxigênio fixo existente na aeronave é dividido em:
a) um para cada tripulante.
b) um para cada tripulante da cabine de comando.
c) dois, sendo um para a cabine de comando e um para a cabine de passageiros.
d) dois, sendo um para a cabine de comando e um para a galley traseira.
22. Preparando-se para um pouso de emergência, os comissários deverão verificar:
a) posição de impacto dos passageiros.
b) posição de impacto dos tripulantes.
c) extintores de incêndio.
d) pax com cintos atados, mesinhas travadas, encostos das poltronas na posição vertical.
25. A existência de uma máscara de oxigênio a mais na unidade de serviço de passageiro (PSU) é:
a) para atender pax/trips em caso de insuficiência respiratória.
b) para ser utilizada em caso de fumaça intensa na cabine pelo comissário.
c) caso haja uma criança de colo ou para o comissário numa situação de despressurização.
d) para atender pax que estejam em macas e precisem de oxigênio durante todo o vôo.
29. Em caso de despressurização da cabine de passageiros os procedimentos que os comissários deverão adotar são:
a) atender crianças e idosos prioritariamente.
b) continuar normalmente com o serviço de bordo.
c) sentar na poltrona mais próxima e pegar a máscara sobressalente e atender paxs próximos.
d) voltar para a sua estação e aguardar orientação do comandante.
31. É vedado o uso de aparelhos celulares para passageiros e tripulantes:
a) desde a entrada no aeroporto.
b) em qualquer fase do vôo.
c) desde a entrada dos portões de embarque e na sala de espera.
d) somente na sala de embarque.
35. Em uma emergência preparada, o motivo pelo qual os comissários mandam retirar os brincos e objetos pontiagudos, é para:
a) evitar ferimentos no pouso.
b) não estragar os equipamentos de combate ao fogo.
c) não perder na hora do impacto.
d) não ser usado como arma.
40. Para atuar com sucesso numa situação de emergência, deve-se:
a) saber apenas como se operam as escorregadeiras e as saídas de emergência.
b) estar familiarizado com todo equipamento que se tem a disposição.
c) estar familiarizado com os outros tripulantes e também com as saídas de emergência.
d) saber apenas onde estão localizados os extintores, máscaras, megafones e machadinhas.
42. O que os comissários deverão adotar antes de ser comunicada uma situação de emergência, é:
a) posicionar-se ao longo da cabine para conter as primeiras manifestações de pânico.
b) retornar à sua estação e assumir a posição de impacto, após interromper o serviço de bordo.
c) prosseguir com o serviço de bordo normalmente para que os passageiros não entrem em pânico.
d) ficar próximo à cabine de comando para se manter informado de qualquer alteração na programação.
43. O momento adequado para se abrir as saídas de emergência, quando a evacuação se tornar evidente, após a parada total da aeronave, será:
a) aguardar a chegada do serviço de apoio terrestre.
b) efetuar o corte dos motores e a verificação da área externa.
c) combater o fogo, se houver, porque há risco de explosão.
d) aguardar a chegada do corpo de bombeiros e da manutenção do aeroporto.
PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNCDIO
134. O material a ser utilizado para fazer fumaça branca, durante uma sobrevivência na selva é:
a) panos, grande quantidade de água, qualquer tipo de folhas.
b) folhas verdes, musgos e pequena quantidade de água.
c) folhas secas, musgos e pequena quantidade de água.
d) borracha, óleo, plástico ou qualquer outro derivado do petróleo.
135. Durante uma sobrevivência na selva, com a quantidade de água diminuta, os sobreviventes deverão dar preferência para comer:
a) vegetais b) carnes
c) ovos d) sementes
136. Durante uma sobrevivência na selva se houver necessidade de se empreender uma jornada, a pessoa a deslocar-se deverá levar consigo, no que se refere à quantidade de provisões, em relação ao grupo, o:
a) dobro b) triplo
c) uma porção d) quádruplo.
138. Numa sobrevivência na selva, após descansar física e mentalmente, um dos tripulantes deverá:
a) encarregar-se de todas as tarefas.
b) aguardar orientação do comandante.
c) dar a cada indivíduo válido uma tarefa a cumprir.
d) selecionar entre os sobreviventes os que irão encetar marcha.
140. Na sobrevivência no mar, poder-se-á diminuir o espaço entre os botes, encurtando-se as cordas que os unem somente quando:
a) a temperatura diminuir.
b) houver tempestades.
c) avistar-se terra.
d) as águas estiverem calmas.
142. Nas costas marítimas, o local apropriado para encontrar água potável é:
a) nas elevações b) terrenos áridos.
c) terrenos irregulares d) acima das marés altas.
144. Estando os sobreviventes em uma ilha, o local em que poderá encontrar caranguejos com maior facilidade será:
a) no fundo do rio.
b) na areia da praia.
c) debaixo das pedras próximas aos riachos.
d) nos baixios dos mangues.
146. Numa sobrevivência na selva, para se sinalizar com foguete pirotécnico, deve-se segurá-lo:
a) na posição vertical.
b) na posição horizontal.
c) a 45º em relação à linha do horizonte e contra o vento.
d) a 45º em relação à linha do horizonte e a favor do vento.
148. Durante uma sobrevivência no mar, os sobreviventes deverão liberar um pouco de ar das câmaras:
a) nos dias frios.
b) nos dias quentes.
c) durante a noite.
d) durante o dia e repor a noite.
150. O cuidado que se deve ter com a biruta d’água no caso de uma sobrevivência no mar é:
a) logo que subir no bote, lançá-la para que os sobreviventes possam subir com maior facilidade.
b) armá-la logo que possível para destilar e dessalgar a água do mar.
c) colocá-la de forma que seja possível coletar água da chuva.
d) verificar que não fique presa nos destroços da aeronave.
152. Numa sobrevivência na selva para facilitar a localização durante o dia, os sobreviventes poderão produzir fumaça negra utilizando:
a) borracha e óleo de motor.
b) óleo de motor, folhas verdes e musgos.
c) folhas secas e pequena quantidade de água.
d) folhas verdes, musgos e pequena quantidade de água.
154. O pó marcador deve ser utilizado numa sobrevivência no mar:
a) quando for avistado um cardume de peixes.
b) ao avistar ou ouvir aeronave, durante o dia.
c) à noite, ao ouvir barulho de navio ou aeronave.
d) ao avistar terra ou ilha adiante
156. Quando no combate a incêndio de equipamentos elétricos energizados se corta a fonte de energia, o objetivo é de:
a) facilitar o acesso ao local onde está correndo o fogo para o combate.
b) transformar em incêndio classe C em A e ter-se mais opções de combate ao fogo.
c) possibilitar ao combatente utilizar os extintores que tem por principio de extinção o abafamento.
d) obter uma maior eficácia no combate uma vez que o combatente poderá fazer uso dos extintores de forma correta.
158. Numa situação de sobrevivência, com relação à sinalização, os pirotécnicos, pó marcador e espelho deverão ser usados:
a) durante o dia esporadicamente a fim de chamar a atenção de alguma aeronave que esteja passando.
b) quando ouvir ou avistar uma aeronave durante o dia.
c) durante o dia e à noite sempre que ouvir ou avistar uma aeronave.
d) quando receber orientação do comandante para utilizá-los.
160. São exemplos de materiais combustíveis pertencentes à classe B:
a) madeira, tecido e papel.
b) madeira, alumínio e gasolina.
c) magnésio, zinco e alumínio.
d) gasolina, álcool e querosene
162. O sobrevivente ao pescar deverá evitar alimentar-se de peixes que possuam:
a) ferrões junto às nadadeiras dorsais e peitorais.
b) boca semelhante a bico de papagaio.
c) muitas espinhas.
d) formato rombiodal.
164. As formas de extinção de fogo são:
a) retirada do material, resfriamento, abafamento.
b) resfriamento, aquecimento, abafamento, extinção química.
c) abafamento, retirada do material combustível, encharcamento.
d) isolamento, extinção química, abafamento, aquecimento.
166. Um dos peixes mais perigosos dos nossos rios, carnívoro e extremamente feroz é o(a):
a) pirarara b) candiru.
c) arraia d) piranha.
168. A combustão resultante da fermentação natural de materiais orgânicos que com o calor proporcional atingem o ponto de ignição é a:
a) ativa b) lenta
c) espontânea d) rápida
170. No caso de incêndio, retirando-se o material combustível, o fogo extinguirá pelo método de:
a) abafamento.
b) resfriamento.
c) isolamento.
d) sufocamento.
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Respostas
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01.B --- 134.B
02.D --- 135.A
03.C --- 136.A
04.D --- 138.C
05.D --- 140.D
07.A --- 142.D
08.B --- 144.D
12.D --- 146.D
14.C --- 148.B
16.C --- 150.D
18.A --- 152.A
20.C --- 154.B
22.D --- 156.B
25.C --- 158.B
29.C --- 160.D
31.B --- 162.B
35.A --- 164.A
40.B --- 166.D
42.A --- 168.C
43.B --- 170.C
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